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Pela primeira vez na história, está em curso  um movimento conjunto da Academia Paraense de Letras, Academia Paraense de Jornalismo, Instituto Histórico e Geográfico do Pará e Academia Paraense de Letras Jurídicas, exposto em ofício ao governador Helder Barbalho, propondo…

Tonico Doido e parceiros presos pelo MP

O ex-prefeito de Pacajá, Antônio Mares Pereira, o Tonico Doido(PSB), foi preso hoje de manhã durante operação do Ministério Público do Estado do Pará, acusado de desvio de recursos públicos e formação de quadrilha. Sua esposa, Gesilda Pereira, ex-secretária municipal, Ronaldo Santos, ex-vice-prefeito, e o ex-secretário de educação, Alex Sandro Lima, também. O MPE-PA e a PM encontraram tantos documentos da prefeitura na residência de Tonico que o procurador Nelson Medrado, coordenador do Núcleo de Combate à Improbidade Administrativa do MPE-PA, que comandou a operação, ao lado do promotor de justiça Bruno Fernandes, precisou de duas picapes para devolver a papelada à Secretaria de Administração. 

Tonico Doido foi eleito em 2012 e deixou o cargo em dezembro do ano passado. Ele chegou a ser afastado pela Justiça em 2015, a pedido do MP, em razão de inúmeras denúncias de irregularidades.  

Em 16 de setembro de 2015, na condição de prefeito de Pacajá e representante do Consórcio Belo Monte, Tonico Doido – não me perguntem o porquê da alcunha – disparou esta, na tribuna da Assembleia Legislativa, durante sessão especial: “Eu não matei meu pai para ser prefeito mais quatro anos”, expressando sua repulsa à ideia da reeleição. 

Em 21 de junho do ano passado, a Operação “Camisa de Força”, do Núcleo de Combate à Improbidade Administrativa e Corrupção e Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do MPE-PA, cumpriu mandados de busca e apreensão em 23 alvos, entre eles a sede da Prefeitura de Pacajá, a casa do então prefeito, secretarias municipais (Transportes e Administração), residências e empresas. Promotores de Justiça, servidores e policiais militares foram em residências e escritórios de contabilidade, em Belém e Parauapebas. O nome foi escolhido porque o na época prefeito Antônio Mares Pereira é – adivinhem! – conhecido como “Tonico Doido”.

Desta vez o MP nem se deu ao trabalho de batizar a operação. O banner aí em cima foi da campanha eleitoral de Tonico, que antes de ser prefeito era vereador do PT e presidiu a Câmara Municipal de Pacajá.

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