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A Polícia Federal foi chamada para averiguar se havia uma bomba no Aeroporto Internacional de Belém, na manhã deste sábado (18). Os objetos suspeitos, felizmente, eram apenas produtos eletrônicos vedados pela ANAC.

Tudo começou porque a equipe de raio-x da Air France suspeitou do conteúdo de uma mala de porão. Um cigarro eletrônico vaper, que contém bateria de lithium, estava muito perto de um sabonete e cabos de carregador de celular. É que a combinação de emulsão estável e emulsão instável, vista pelo raio x, pode indicar componentes de dispositivos explosivos. Além disso, havia uma pilha palito e, dentro de um sapato, outros eletrônicos.

Por precaução, foi isolado todo o entorno da área restrita operacional onde estava a bagagem. Com participação do Bope-da Polícia Militar do Pará, a mala foi levada a dois quilômetros de distância e aberta, conforme o protocolo. Enquanto isso, todos os voos foram suspensos. Os passageiros que estavam embarcados ficaram assustados e começaram a enviar mensagens aos seus parentes e amigos, o que gerou grande apreensão em Belém.

Ao ser confirmado que não se tratava de qualquer artefato explosivo, o voo, marcado para decolar às 9h50, foi liberado e partiu por volta de meio-dia.

A identidade do dono da mala não foi revelada pela PF. Ele foi impedido de embarcar, para ser ouvido a respeito dos eletrônicos, que não tinham sido declarados e no mínimo devem ter sido apreendidos.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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