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Serpentário político indócil

Os bastidores políticos estão efervescentes. Na quarta-feira passada, o governador Simão Jatene(PSDB) recebeu o deputado federal Zequinha Marinho (PSC) e tratou acerca da possibilidade dele eventualmente compor a sua chapa, como candidato a vice-governador. Foi o bastante para uma boataria sem-fim durante o resto da semana, dando conta de que Jatene teria batido o martelo diante da escolha de Bia Cardoso, esposa do prefeito de Marabá, João Salame(PROS), para ser a vice de Helder Barbalho(PMDB). Como se sabe, o Sul/Sudeste e o Oeste do Pará estão sendo cortejados e devem ter representantes em cargos majoritários nas chapas que disputam o Governo do Estado. 

Entretanto, tanto os coordenadores da campanha de Jatene quanto de Helder negam que exista uma definição. Ao contrário. Ambos confirmam as conversas – Salame colocou o nome de Bia há meses como alternativa e Zequinha, como força política aliada é uma das opções – mas são unânimes em garantir que tudo só será decidido na ultimíssima hora – e os nomes escolhidos ainda poderão ser alterados a caminho do TRE-PA, na hora do registro, só para enfatizar o suspense. 

A estratégia, lógico, é para evitar desagradar aos demais aliados e enfraquecer as hostes. Por outro lado, até que essa fase se resolva, é canelada para todo lado. O famoso fogo amigo.

O pleito eleitoral deste ano se desenha ímpar. Jatene e Helder devem prestar atenção para os fenômenos que vira e mexe acontecem. Lembram de quando, como e por que Edmilson Rodrigues se elegeu a primeira vez prefeito de Belém? Pois é. Ramiro Bentes e Elcione Barbalho polarizaram a disputa em 1996 e quem ganhou foi o Edmilson, que aparecia nas pesquisas em 4º lugar mas quase no traço. E Araceli Lemos(PSOL) está aí, agora, candidatíssima, e mais ou menos na mesma posição em que ele estava àquela época. 

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