A empresa de ônibus Belém-Rio, que faz a linha para o distrito de Outeiro – Ilha de Caratateua, em Belém, aparentemente está falida e reduziu pela metade a sua frota, causando enorme sofrimento aos usuários do transporte coletivo. O serviço,…

A Cosanpa abriu nada menos que seiscentos buracos imensos nos bairros mais movimentados de Belém, infernizando a vida de todo mundo com engarrafamentos e causando graves riscos de acidentes, principalmente porque chove sempre, e quando as ruas alagam os buracos…

O Procurador-Geral de Justiça César Mattar Jr. inaugurou nesta quinta-feira, 16, o Núcleo Eleitoral do Ministério Público do Estado do Pará, que vai funcionar na sede das Promotorias de Justiça de Icoaraci, distrito de Belém. O coordenador será o promotor…

A desembargadora Maria de Nazaré Saavedra Guimarães, que se destaca pelo belo trabalho que desenvolve à frente da Comissão de Ações Judiciais em Direitos Humanos e Repercussão Social do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, e que já coordenou…

Penúria dos barnabés federais

O governo federal enfrenta uma sinuca de bico com seus servidores. Os policiais federais estão em pé de guerra. Acham o reajuste de 15,8% insignificante, querem atribuições definidas em lei e não por meio de portaria do Ministério do Planejamento, como é hoje. E se queixam de que a exigência de nível superior é critério de ingresso na corporação, mas a carreira continua como de nível médio.
 
As carreiras do Tesouro e da CGU também estão defasadas. A Rádio Corredor diz que o ministro Jorge Hage perdeu a força política em razão de briga com a ministra Miriam Belchior. Resultado: a CGU vive uma penúria tamanha que sequer tem dinheiro para pagar o aluguel. Parece exagero, mas, recentemente, os funcionários da Corregedoria Geral da CGU tiveram que deixar as salas que ocupavam no prédio do Ministério do Esporte por falta de pagamento de uma espécie de “condomínio”, rateado entre todos os órgãos que dividem o bloco.
Pelo contrato firmado para uso do prédio, cada um deve pagar mensalmente uma taxa para o Ministério do Esporte, que usa o montante para custear água, luz, limpeza e segurança, entre outros.
Alguns servidores foram deslocados para outros dois edifícios da CGU, no Setor de Autarquias Sul, em Brasília, e outros estão trabalhando de casa. O caso é mais um abacaxi para o Ministério da Fazenda descascar.

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