Começou hoje (27) às 8h e segue até às 17h a votação nas prévias do PSDB para escolher seu candidato à Presidência da República. O resultado, se tudo correr bem, deve ser anunciado às 20h. O partido passou a semana…

Em uma aula prática da Faculdade de Medicina da Unifamaz, ontem, o professor Marcus Vinícius Henriques de Brito, visivelmente impaciente com a aluna que deveria demonstrar intubação em um boneco, questionou a falta de lubrificação prévia do paciente, ao que…

Na quarta-feira passada, dia 24, a audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal, em Brasília, era para discutir a gravíssima situação na Terra Indígena Yanomami, mas o clima de enfrentamento entre bolsonaristas e lulistas inviabilizou…

O prefeito Edmilson Rodrigues anunciou que Belém tem condições de fazer o Carnaval 2022, após reunião hoje (25) à tarde com representantes das escolas de samba e blocos carnavalescos. Ele acredita que com mais de 80% de pessoas vacinadas contra…

O terror impera no bairro da Campina

Os moradores da Campina, zona tombada como patrimônio histórico em Belém do Pará, clamam por socorro. Estão literalmente reféns da violência. Não podem sair de casa depois das 18h. Não têm segurança alguma. As muitas famílias de bem que habitam a área são intimidadas e sitiadas por traficantes de drogas e viciados, que queimam o oxi e o crack às suas portas, fumam maconha e a fumaça entra nas residências, assaltam quem passar pelas ruas do bairro. A cada dia aumenta o problema, sem qualquer providência. Os drogaditos tomam banho nus no chafariz da Praça das Sereias, defronte às lojas Americanas, em plena Av. Presidente Vargas, andam como zumbis aterrorizando as pessoas.


No largo da Palmeira, na esquina da Padre Prudêncio com Ó de Almeida,  um lugar público, da Prefeitura Municipal, a imundície e a drogadição imperam, sem qualquer fiscalização. Há notórios pontos de venda de drogas na rua 1º de Março, entre Ó de Almeida e Manuel Barata, e na esquina com a Riachuelo. Mas a polícia não sabe e nada vê. Não existe policiamento. Uma calamidade pública e as autoridades fazem vista grossa. 

Para se ter uma ideia da inércia e do absurdo, os moradores pediram ajuda na delegacia, e lá disseram que deveriam filmar e tirar fotos a fim de provar o que estavam denunciando.  


Tal situação não pode mais perdurar. É preciso que o Ministério Público aja imediatamente e exija providências para por fim a tamanho caos social. O secretário de Segurança Pública poderia dar uma voltinha no local para ver de perto o drama da população. E o prefeito poderia no mínimo mandar limpar – e fiscalizar a manutenção – do buraco da Palmeira, que já foi um lugar a sediar um ícone de Belém.  Vamos acompanhar e cobrar.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *