Os dirigentes do Sindicato e da Associação dos Servidores da Assembleia Legislativa festejaram o resultado da reunião de hoje com o presidente da Alepa, deputado Chicão, que também convidou para o encontro o Chefe de Gabinete da Presidência, Reginaldo Marques…

A Administração Superior do Ministério Público do Pará está empenhada em fortalecer a atuação dos promotores de justiça no arquipélago do Marajó, onde a situação de extrema pobreza, agravada pela pandemia, perpetua crimes gravíssimos como os abusos e exploração sexual…

“A Prefeitura de Belém, por meio da Comissão de Defesa Civil de Belém, informa que realizou vistoria técnica no bloco B do imóvel localizado na avenida Presidente Vargas, 762, no dia 11 de fevereiro, às 9h, em conjunto com representantes…

DEM e PSL ainda nem consumaram a fusão, prevista para outubro deste ano, mas a briga já é de foice. O ex-presidente do Senado Davi Alcolumbre e o ex-prefeito de Salvador ACM Neto duelam nos bastidores pelo comando do novo…

Devastadores na mira

Começou a segunda fase da Operação Bajara, para coibir o transporte de madeira ilegal pelas águas do rio Curuá-Una – afluente à margem direita do rio Amazonas, entre os rios Tapajós e Xingu -. A operação, cujo nome faz alusão a uma embarcação típica da região, além do Ibama, conta com Força Nacional, Polícia Federal e Polícia Civil do Pará, fazendo uma varredura na área. A Sema executa a logística da retirada das toras apreendidas. Até o momento, o volume de madeira derrubada é de 100 mil metros cúbicos, o que equivale a seis mil caminhões abarrotados, ou 7 Km de balsa.
Atualizada às 20h30: fiscais do Ibama, em parceria com a Polícia Militar Ambiental do Distrito Federal, apreenderam uma balsa que carregava 1.300 m³ de madeira ilegal no rio Amazonas, ontem. No carregamento, além de outras madeiras, todas em toras, havia ipê, maçaranduba, jatobá e pequiá, que não constavam na documentação; por isso, a carga, a balsa e o rebocador estão retidos no porto da Companhia Docas do Pará em Santarém, a fim de que os peritos da Polícia Federal, Sema e Ibama façam a identificação, a partir do que outras espécies poderão ser encontradas.
A multa poderá chegar a R$ 350 mil.
A carga, oriunda de Juruti, era destinada a Belém, onde seria beneficiada e, por seu alto valor de mercado, provavelmente parte dela seria exportada e o restante abasteceria o mercado das regiões sul e sudeste do País.
A madeira será doada à Sema, que providenciará leilão e os recursos arrecadados serão revertidos ao reforço dos órgãos ambientais do Pará e ao fomento de programas ambientais na região.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *