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De vez em quando é gostoso, depois do almoço, deitar numa rede e deixar o pensamento criar asas.
É bom tendo que deixar para trás tudo que não te leva para frente.
Na viagem da vida todo peso inútil atrasa a caminhada e retardatários nunca são aplaudidos.
Lá se vão os tempos das cadeiras na porta para conversar com os vizinhos, enquanto as crianças brincavam de roda.
Nao confundam progresso com perda da qualidade de vida.
Há quem aconselhe que não devemos voltar. Saudosismo sempre traz tristeza, eles dizem.
Mas é melhor ter para onde ir curtir as saudades, do que não se ter passado ou pretérito sofrido.
Meus momentos de alma cansado, sempre pinto de azul.
Lavo nas águas do portentoso Tapajós e me deito na areia alvinitente.
Afinal, eu sou filho de Deus.
Textos enormes dão sono.
Deixa-me dormir aproveitando as férias, depois de um banquete de paxicá com pimenta.

Foto meramente ilustrativa

José Wilson Malheiros
Magistrado do Trabalho Aposentado, Advogado, Músico, Poeta, Compositor, Instrumentista, Professor, Jornalista, Diácono e Escritor.

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