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Coari é aqui

As medonhas denúncias
de crimes sexuais praticados pelo prefeito de Coari (AM),
Manoel Adail Amaral Pinheiro (PRP), veiculadas ontem no Fantástico, talvez ecoem no resto do
Brasil e sirvam para que sejam tomadas providências diante das gravíssimas violações
de direitos humanos envolvendo crianças e adolescentes.
Acusado de ser o maior estuprador/pedófilo do Brasil, com mais de cem casos
denunciados, sua longa lista de crimes hediondos contra crianças entregues
pelas próprias famílias ou por uma quadrilha de aliciadores paga com dinheiro
público consta no relatório final da CPI da Pedofilia do Senado Federal; no relatório
de indiciamento da Operação Vorax da Polícia Federal; nas investigações da CPI
da Câmara dos Deputados destinada a apurar denúncias de turismo sexual e exploração
sexual de crianças e adolescentes; nas reportagens jornalísticas veiculadas nos
dias 10 e 11 de julho de 2013, na Rede de TV Band, no programa “Brasil Urgente”,
apresentado pelo jornalista José Luiz Datena; na reportagem veiculada no dia 10
de julho de 2013 no “Jornal da Band”, apresentado pelo jornalista Ricardo
Boechat; na reportagem levada ao ar em 15 de julho de 2013, na Rede Record, no
programa “Cidade Alerta”, apresentado pelo jornalista Marcelo Resende; em reportagem
do dia 17 de julho de 2013, na Band, no “Jornal da Noite”, apresentado pelo
jornalista Boris Casoy; e na reportagem do dia 17 de julho de 2013, no “Jornal
da Record”.
Os depoimentos das
vítimas,
meninas na faixa etária entre 9 e 14 anos, são estarrecedores.
Gravações da Polícia Federal, na Operação
Vorax, atestam que seis magistrados, entre juízes e desembargadores do TJE-AM
foram flagrados negociando e prometendo favores ao pedófilo.
Adail chegou a ser preso. Ficou 63 dias na cadeia, mas
foi solto por determinação do Judiciário.
Setenta processos foram abertos contra Adail. Nada
aconteceu com ele até agora.
O grave caso de pedofilia, aliado ao “embargo
de gaveta” na tramitação da ação penal, está ensejando denúncia formal contra o
Brasil junto à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA e junto ao secretário
geral da ONU, o que poderá inviabilizar a candidatura do Brasil a uma cadeira
permanente no Conselho de Segurança da ONU.
O CNJ vai analisar os processos de exploração sexual,
inclusive as denúncias que já foram feitas há quase seis anos. Os conselheiros
querem saber por que, apesar de tantas provas e depoimentos, nada aconteceu com
o monstro até agora. E vai responsabilizar os juízes e também transferir os
processos caso seja comprovada a negligência.

Coari é aqui. Nossas pobres crianças passam o
mesmo terror nas mãos de pedófilos impunes. Qualquer semelhança não é mera
coincidência.

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