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A Vara Federal de Altamira acolheu  denúncia do Ministério Público Federal contra R.C.S.,  acusada de obstrução à fiscalização ambiental, receptação e transporte ilegal de madeira, além de associação criminosa.

O caso é curioso: durante a Operação Argus , em 18 de março deste ano, a Polícia Federal descobriu que a pessoa funcionava como “olheira” na travessia da balsa sobre o rio Xingu que liga Vitória do Xingu a Anapu, a fim de garantir que cargas irregulares de madeira transitassem sem serem detectadas.

Ela utilizava um sistema de câmeras de segurança e um aplicativo de mensagens para monitorar as rotas, e assim acompanhava a movimentação das viaturas e alertava sobre a presença de fiscais na região.

O esquema envolvia, ainda, a venda de tíquetes, uma espécie de passe ou cobrança para facilitar o transporte das cargas ilícitas pelas rotas, conforme a denúncia do MPF.

A Justiça Federal também definiu a destinação legal da câmera apreendida durante as diligências da operação, e autorizou o compartilhamento das provas colhidas no processo. A medida é fundamental para o aprofundamento das investigações e poderá auxiliar a identificar outros envolvidos no esquema de desmatamento e transporte ilegal revelado pela Operação Argus.
Ação Penal nº 1001254-43.2026.4.01.3903

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