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Para além do galardão, o interesse público


O bispo emérito do Marajó, Dom José Luiz Azcona; o secretário de Estado de Meio Ambiente, Luiz Fernandes; o presidente da Academia Paraense de Letras Jurídicas, Eudiracy Silva; o presidente do Conselho Estadual de Cultura, João Carlos Pereira; o presidente da Academia Paraense de Letras, Alcyr Meira; o presidente do TCE-PA, conselheiro Luis Cunha; o diretor do Museu Histórico do Estado do Pará, Sérgio Melo; a presidente do Sindicato dos Jornalistas do Pará, Roberta Vilanova, e diretores Enize Vidigal, da FENAJ, e Edyr Falcão, do Sinjor-PA; o maestro Nelson Neves, regente da Amazônia Jazz Band; o deputado Raimundo Santos, representando a Alepa; a desembargadora Maria Edwiges Miranda Lobato, do TJE-PA; o desembargador José de Alencar, do TRT8, o advogado Célio Simões, representando o Instituto Histórico e Geográfico do Pará; o diretor do Conselho Regional de Economia, João Tertuliano Lins, a presidente da Associação Cidade Velha, Cidade Viva, Dulce Rosa Rocque; e o presidente da Comissão de Combate ao Trabalho Forçado da OAB-PA, Giussepp Mendes, foram algumas das personalidades que prestigiaram a solenidade de posse na cadeira de nº 13 da Academia Paraense de Jornalismo, ontem, na igreja de Santo Alexandre/Museu de Arte Sacra, além de empresários, professores universitários, advogados, jornalistas, artistas, dirigentes de Ongs e ativistas sociais. Os oradores da noite foram o presidente da APJ, Walbert Monteiro, que conduziu a sessão e fez uma manifesto; e o acadêmico Célio Simões, encarregado da saudação, que me cumularam de palavras generosas. 
Foi muito importante porque cada um dos presentes tem uma relação significativa comigo. E a acolhida pelos membros da APJ não poderia ser mais calorosa. A par da honra enorme pela escolha e aceitação em tão seleto grupo, tenho convicção de que há muitos outros colegas de profissão que certamente fazem mais e melhor e poderiam ocupar esse lugar com maior brilho. Assumir a vaga, contudo, é uma decisão movida pela certeza de que é preciso se expor, mais e mais, ao calor da luta, que envolve não apenas questões acadêmicas, mas a inquietude de se sentir impelida a cumprir um papel que necessariamente contemple o coletivo.

Para mim não faz sentido a Academia se ela não estiver intimamente ligada às questões sociais e com atuação prática. Para além dos debates teóricos, das questões eminentemente profissionais, tem que estar em pauta o interesse público. O jornalista tem que assumir seu protagonismo e exercer o papel de agente transformador, maior do que o de mero informante e contextualizador da História. É bom que diga, portanto, desde já, que tal honraria não pretendo viver como galardão no currículo. Que Deus abençoe a todos nós para que saibamos nos nortear e exercer a cidadania!

Agradeço a todos os que depositam confiança no meu trabalho e na minha honestidade de propósitos. À minha filha, contralto Gabriella Florenzano, que me presenteou com amorosas declarações e um lindo recital lírico, ao lado da pianista Leandra Vital, inclusive a primeira execução mundial do hino da APJ, composto pelo desembargador do Trabalho Vicente Malheiros da Fonseca e pelo advogado Célio Simões. À minha família, capitaneada pela minha mãe, Cezarina, e meu marido, Antonio Alberto. Ao secretário de Estado de Cultura, Paulo Chaves, ao padre Ronaldo Menezes, diretor, e à Janaína, Kátia e demais integrantes da equipe do Museu de Arte Sacra; ao presidente da Alepa, deputado Márcio Miranda, ao presidente do Simineral, José Fernando Gomes Jr, ao sommelier Fábio Sicilia, a Beth Couto/Bavieka, a Naisha Cardoso, à Faepa, à Griffo Comunicação, ao chef Leonardo Modesto, ao repórter fotográfico Cristino Martins, e ao bispo Dom Azcona, que mesmo tendo sido submetido a duas intervenções cirúrgicas recentíssimas, das quais ainda convalesce, fez questão de ir me abençoar.
Cliquem aqui para ler o discurso de Walbert Monteiro.

Confiram aqui o discurso de Célio Simões. 

E acessem aqui o meu discurso.

Fotos de Cristino Martins.

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