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Os desafios da pesca parauara

Foto: Cristino Martins
A mudança de paradigma do desenvolvimento amazônico-parauara como desafio nacional, a importância geopolítica da região para o mundo inteiro e a necessidade de pautar o desenvolvimento regional aliando ciência, tecnologia e inovação, de modo a transformar em efetiva riqueza econômica o potencial imenso da maior bacia hidrográfica e do maior banco genético do planeta, foi abordado durante o I seminário de Desenvolvimento de Pesca e Aquicultura do Estado do Pará. O evento abriu hoje, reunindo cerca de mil pessoas, segue até amanhã no Hangar, em Belém, e contou com essas ponderações durante a participação do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Márcio Miranda.

Dados curiosos permeiam as estatísticas do setor. Até 2003 a participação do sexo feminino na pesca era inferior a 10%. A partir de então, cresceu a cada ano, chegando ao ponto de, em 2014, ser superior a 52%. As unidades da Federação com maior
número de beneficiários do seguro-defeso, em 2014, foram
Pará (20,5%), Maranhão (19,7%),
Bahia (16,5%) e Amazonas (10,2%), totalizando
uma participação aproximada
de 67% do total. pois o
s mesmos Estados também vêm
sendo apontados como os que apresentam
grandes desvios no uso do benefício.  

A cadeia produtiva da pesca tem lugar de destaque dentro das estratégias do Governo do Estado para o desenvolvimento sustentável até 2030. Para incentivar a aquicultura e a verticalização do pescado, o programa Pará 2030 prevê iniciativas sustentáveis como a atração para a verticalização, regularização e licenciamento ambiental, desenvolvimento de novos mercados, formação e capacitação, pesquisa e desenvolvimento, além da liberação de créditos para as organizações sociais produtivas. As Secretarias de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e de Desenvolvimento Agropecuário e de Pesca (Sedap) também são parceiras na realização do evento.

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