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Hildegardo, Mazinho e o folclore político

Em seu discurso na posse da deputada Ana Cunha(PSDB), hoje, como secretária de Estado de Assistência Social, Trabalho e Renda, o governador em exercício Zequinha Marinho(PSC) saudou o ex-secretário de Estado e “quase” deputado Hildegardo Nunes(PSDB), que estava lá na primeira fila. Quebrando o protocolo e em tom de brincadeira, disse da tribuna que iria telefonar para o prefeito de Afuá, Mazinho Salomão ( o primeiro suplente da coligação), e dizer para ele parar com o impasse e deixar logo a vaga para Hildegardo assumir. 

É que, pelo regimento interno da Assembleia Legislativa, o 1º suplente – Mazinho – tem quinze dias para reivindicar o cargo, a partir do pedido de licença da titular. Decorrido o prazo sem manifestação, é convocado o segundo suplente, que no caso é Hildegardo. Porém, Mazinho pode abreviar a agonia, digo, espera, se renunciar logo à expectativa de direito, até porque seria tolice trocar o certo pelo duvidoso. Como prefeito, tem 4 anos de mandato. Como deputado, poderia durar dias, dependendo da vontade do governador Simão Jatene ou da deputada Ana Cunha. No máximo, um ano, já que 2018 tem pleito eleitoral e quem quiser se candidatar terá que deixar o governo logo em janeiro, com o que a deputada retornará à Alepa, conforme já cantei a pedra no post “Manhas & artimanhas da política” (cliquem no link para reler). 

Em entrevista exclusiva ao blog, após a solenidade, quando perguntei ao governador Zequinha Marinho se iria mesmo ligar para Mazinho, ele me pediu o número do celular do prefeito. No que eu procurei, ninguém tinha. Mais uma para o folclore da política parauara.

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