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Destruição de prédios históricos continua


Aproveitaram o feriadão do carnaval para demolir mais um casarão na Trav. Quintino Bocaiúva, entre José Malcher e João Balby, em Belém do Pará. A arquiteta, urbanista e professora Thaís Sanjad, idealizadora, fundadora e coordenadora do Laboratório de Conservação, Restauração e Reabilitação da Universidade Federal do Pará, passou lá e registrou a perda. O diretor do departamento de Patrimônio Histórico da Fumbel, Jorge Pina, disse que não houve autorização. 

Mestra em Arquitetura e Urbanismo, área Conservação e Restauração, e doutora em Ciências, área Geologia e Geoquímica, com atuação nos temas azulejaria, memória e preservação de monumentos históricos, materiais tradicionais, técnicas retrospectivas, patologias da edificação, mineralogia aplicada, intemperismo tropical e teoria e tecnologia da conservação e da restauração, Thaís Sanjad alerta para a necessidade de preservar os casarões no mesmo perímetro, inclusive um com azulejos portugueses na fachada, que já está em ruínas, como se observa na foto. A especialista frisa que, sem a ação dos órgãos de preservação, não será possível frear a destruição do centro histórico. Toda a trepidação da demolição está ajudando a casa de fachada azulejada a cair mais rápido ainda. E o patrimônio é de toda a sociedade, guarda a memória na forma de uma arquitetura que já não se faz, e que é testemunho da história.

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