Em iniciativa inédita, o Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro celebra os percursos individuais e coletivos que construíram as políticas de salvaguarda do patrimônio cultural no Brasil, lançando a obra “Em Defesa do Patrimônio Cultural”, organizado por…

Neste sábado, 16, postos de saúde ficarão abertos para a vacinação com foco em menores de 15 anos. Em Belém, 11 unidades vão funcionar das 8h às 14h. A campanha da Multivacinação iniciou no dia 04 de outubro e segue…

De autoria do carnavalesco e professor Paulo Anete, o enredo para o Carnaval 2022 da Escola de Samba Grêmio Recreativo Carnavalesco e Cultural Os Colibris, de Belém do Pará, é “Zélia Amada/ Zélia de Deus/ Zélia das Artes/ Herdeira de…

Batizada de sagui-de-Schneider (Mico schneideri), em homenagem ao pesquisador brasileiro Horácio Schneider (1948-2018), geneticista da Universidade Federal do Pará e pioneiro da filogenética molecular de primatas, a descoberta alvoroçou a comunidade científica internacional. A nova espécie de sagui amazônico do…

A memória de Belém no lixo

O advogado Sebastião Piani Godinho fez estas fotos há coisa de duas semanas, mostrando o estado deplorável do casarão localizado na Trav. Presidente Pernambuco, esquina com a rua Veiga Cabral, no bairro da Campina, em Belém do Pará. Edificação de inegável valor histórico, arquitetônico e paisagístico que reclama preservação e cuidados, o imóvel foi alienado para alguém que, pelo desprezo com que o trata, não tem compromisso com a memória parauara. Assim, a quase quatrocentona Belém vai perdendo as suas referências mais preciosas.

Conhecido popularmente por “Casarão da Praça Ferro de Engomar”, em 2011 o imóvel  foi comprado pelo presidente do Grupo Ponte e Simão e Cia. Ltda. (Grupo Esplanada), Francisco Wellington Pontes de Souza. O palacete leva o nome Victor Maria da Silva, engenheiro que foi o primeiro diretor do Theatro da Paz, secretário de Obras no governo de Augusto Montenegro e participou de importantes obras em Belém, no final do século XIX e início do século XX, como a reforma do Palácio Lauro Sodré, atual sede do Museu Histórico do Estado do Pará, e de reforma da mais importante casa de espetáculos da capital paraense, o Theatro do Paz.

Iphan, Secult, Fumbel, MP, socorro!

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