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8° FICCA em Bragança, Belém e cidade do Porto

Após receber 134 inscrições de filmes nacionais e internacionais, o VIII Festival Internacional de Cinema do Caeté – FICCA, chega ao seu momento de culminância, entre os dias 8 e 10 de dezembro de 2022. Com 34 filmes selecionados entre longas, médias e curta-metragens de ficção e documentários, o FICCA vai realizar exibições paralelas em Belém, Bragança e Cidade do Porto, tudo de forma gratuita e com votação do público.
A cerimônia oficial de abertura será realizada no Liceu de Bragança, com palestra da professora doutora e crítica e cinema Luzia Miranda Álvares, na sexta-feira, dia 08, às 16h30, com transmissão simultânea no Cine Líbero Luxardo, em Belém.
Já no dia 09 de dezembro, o FICCA realiza as sessões competitivas com os filmes selecionados, das 14h às 19h, tanto em Belém, no Cine Líbero quanto nos campi da UFPa e IFPa, em Bragança. Enquanto que a cidade do Porto, em Portugal, recebe a Sessão Especial Luso-Brasileira, às 20h, na Livraria Gato Vadio.
No sábado, dia 10, o Cine Líbero recebe as mostras: “Sérgio Santeiro”, às 14h; “O Cinema Invisível de Vicente Cecim”, às 15h; e “O Exército e o exercício cinematográfico de Ana Tinoco”, às 16h. Enquanto que às 17h, Belém e Bragança exibem os filmes premiados nesta oitava edição do Festival.
Realizado pela Arte Usina Caeté, o VIII FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DO CAETÉ – FICCA, tem parceira do Centro Cultural Cineclube Casa do Professor, Cineclube Amazonas Douro, WFK-Direitos Humanos, Multifário Arte, com apoio do Governo do Pará, via Lei Semear/Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves, Prêmio Preamar/Secretaria de Estado de Cultura.
Sobre o FICCA
Idealizado e produzido por Francisco Weyl, o Festival Internacional de Cinema do Caeté – FICCA já é uma marca consolidada entre os festivais de cinema brasileiros, de caráter regional e internacional, sendo a cinematografia africana, lusitana, latina, brasileira – e amazônida, o que o sinaliza.
Aberto à diversidade, o FICCA é espaço onde ecoam falas e imagens de realizadoras e realizadores sem visibilidade e engajados nas comunidades. De acordo com Francisco, o Festival propõe alternativas para democratizar o audiovisual, na perspectiva de fortalecer e desenvolver a cadeia setorial na Região dos Caetés.
Segundo seu realizador, o FICCA “quer afirmar o cinema a partir da Amazônia e reforçar o cinema feminino, indígena, lgbtqia+, provocar diálogos em projetos culturais que revelam poéticas cinematográficas locais, sob diversas linguagens e formatos, alguns influenciados pelo próprio festival, que tem expandido e consolidado a sua proposta inclusiva e colaborativa com ações culturais e projeções de filmes em espaços regionais ou em países estrangeiros como Portugal e Cabo Verde, além do Brasil”.

Weyl ressalta ainda que o FICCA “inverte a lógica do mercado, substitui a relação hierárquica pela construção colaborativa e coletiva via redes solidárias de compartilhamento de conhecimentos/práticas que envolvem e reconhecem as comunidades locais, transformando-se numa troca de experiências dialógicas com projetos audiovisuais autorais”, afirma.
Mostra Competitiva 2022
Em 2022, o Festival Internacional de Cinema do Caeté recebeu 134 filmes, dos quais 34 foram selecionados em suas nove categorias de premiação. Dividido entre ficção e documentário nos formatos, longa, média e curta-metragem, o FICCA recebeu 13 títulos de realizadores amazônidas e dentre estes 10 paraenses.
A Comissão do Juri foi composta por produtores, realizadores, pesquisadores e jornalistas do Brasil e Portugal. Além das categorias oficiais, os filmes selecionados também concorrem aos prêmios de juri popular em categorias como os prêmios “Padre Bruno” de Juri Popular e “Isa Cunha” de Direitos Humanos.
O festival reconhece com um diploma os realizadores dos filmes que compõem as mostras não-competitivas. Do mesmo modo, os vencedores das categorias competitivas, que também recebem o Troféu Karuana das Imagens.
Os filmes em competição serão exibidos nos canais do FICCA e projetados no dia 9 de Dezembro de 2022, em Belém, no Cine Líbero Luxardo e em Bragança, nos campi da UFPa e IFPa. A votação do juri popular será on line pelo canal do YouTube do FICCA.
Categorias
Os melhores filmes de cada categoria recebem um troféu que homenageia ativistas de direitos humanos da Amazônia. O troféu foi criado pelo “santeiro” Japon, artista e artesão que habita a comunidade do Camutá, do outro lado do Rio Caeté, sendo ele bastante demandado para a edificação de santos na Região dos Caetés, incluindo o São Benedito do Mirante de Bragança do Pará.
Abaixo as categorias e seus homenageados:
Melhor Longa Metragem – Prêmio Paulo Paulino Guajajara (Concedido a filmes + 60 Min de temáticas livres)
Melhor Média Metragem – Prêmio Marga Rothe (Concedido a filmes + 20 – 60 Min de temáticas livres)
Melhor Curta Metragem – Prêmio Paulo Fonteles (Concedido a filmes – 20 Min de temáticas livres)
Melhor Documentário Longa – Prêmio Irmã Doroty (Concedido a filmes + 60 Min de temáticas livres)
Melhor Documentário Média – Prêmio Dema (Concedido a filmes +20 – 60, de temáticas livres)
Melhor Documentário Curta – Prêmio Jaime Teixeira

(Concedido a filmes – 20 Min, de temáticas livres)
Melhor Filme Animação – Prêmio Gabriel Pimenta (Concedido a filmes de livre tempo e temática)
Melhor Filme Experimental – Prêmio Paulinho Fonteles
(Concedido a videoclips e/ou videopoemas de livre tempo e livre temática)
Melhor Filme educativo – Prêmio Egídio Sales
(Concedido a filmes pedagógicos e/ou científicos de livre tempo e temática)
Melhor Mise en scène – Prêmio Arthur Leandro
(Concedido a expressões como videoteatro, vídeo dança, teatro-dança, performances e instalações audiovisuais de livre tempo e temáticas)
Grande Prêmio do JURI
Concedido pela Comissão de Juri Oficial em razão da qualidade estética, técnica, artística e política da obra, independentemente de tempo, temática e categoria a concurso.
Prêmio Isa Cunha de direitos Humanos
Concedido à narrativas de juventude, mulheres, comunidades indígenas, tradicionais, quilombolas, extrativistas, LGBTQI+
Juri Popular – Prêmio Padre Bruno
Concedido através de votação pelas redes sociais do VIII FICCA, independentemente de tempo ou temática.
A Comissão Oficial do Juri do FICCA 2022 foi composta por profissionais atuantes na cena cultural em Portugal e no Brasil. Veja abaixo quem são:
Adalberto dos Santos Castro Junior, Realizador (BR) Alexandre Martins, Realizador (PT)
Cláudio Figueiredo, Produtor/Realizador (BR)
Dani Franco, Jornalista e Produtora (BR)
Danilo Gustavo Asp, Historiador (BR)
Francisco Weyl, Realizador/Pesquisador, Curador do FICCA (PT) Iulik Lomba de Farias, Realizador/Produtor (RJ)
Marcelo Rodrigues, Realizador/Produtor (BR)
Mateus Moura, Realizador (BR)
Nuno Malheiro, Realizador/Pesquisador (PT)
Phillip Back, Músico (DE)
Rafael Ferreira, Realizador/Produtor (BR)
Roberta Mártires, Artista Visual (BR)
Sérgio Santeiro, Realizador/Professor, Presidente do Juri (BR)
Mostras foram inciadas em julho deste ano
Consideradas por seu idealizador como a “alma do FICCA”, as mostras do Festival possuem caráter cineclubista de inclusão. De acordo com Francisco Weyl, é através delas que “o FICCA articula e organiza cineclubes locais e regionais, com especial atenção à formação em práticas do cinema como ferramenta de consciência social

para jovens e mulheres em condições de vulnerabilidade, de periferias, comunidades tradicionais, quilombolas e estudantes de escolas públicas”.
Com as mostras, o FICCA forma o público para o cinema de curta-metragem Regional e Nacional, incentivando a criação e consolidação do polo de produção audiovisual da Região dos Caetés, compreendendo a realidade deste espaço de forma complexa.
Weyl ressalta ainda que o Festival prima pela liberdade criativa e independente, despojada de modelos e padrões que limitam a realização cinematográfica contemporânea, ao mesmo tempo em que valoriza as experiências estéticas e pedagógicas do cinema Amazônida, colocando-as ao serviço da consciência e das grandes causas das comunidades locais em luta contra a globalização.
Mostra Negro FICCA
Realizada há seis anos, a Mostra NEGRO FICCA é de caráter internacional e seleciona e exibe filmes de autores negros e/ou de temáticas a partir da arte e da resistência negra, podendo estes serem escolhidos entre os filmes concorrentes ao VII FICCA ou entre as obras de realizadores negros, e/ou de temáticas negras, que foram submetidas ao festival.
Nesta oitava edição do FICCA, a Mostra foi realizada no Quilombo do América, em Bragança, no último dia 27 de novembro.
Rio Caeté
Ka’aeté é uma palavra de origem Tupy que significa mata virgem, densa: “ka’a”, mata; “eté”, verdadeira (NAVARRO, 2013, 550).
No Século SXVI, os indígenas Caetés habitavam parte do Nordeste do Brasil, desde a ilha de Itamaracá, até as margens do rio São Francisco, área limitada pelos Potiguaras, ao norte; e ao sul, pelos Tupinambás.
Porém, os índios foram considerados “inimigos da civilização” pela Inquisição, por supostamente, praticarem um ritual antropofágico com o corpo de Dom Pero Fernandes Sardinha, primeiro Bispo do Brasil (BUENO, 2003, 18,19).
Junto com o nascer da Lua, por detrás das matas do Camutá, seu espelho revela um espetáculo mágico aos moradores e visitantes da cidade de Bragança do Pará.
Da orla desta cidade, partem e chegam diariamente dezenas de embarcações com peixe, produto que alimenta grande parte da economia.
Com 115 quilômetros de extensão, antes de desaguar no Atlântico, o rio atravessa e influencia o trabalho e a vida de diversas comunidades do nordeste paraense.
Nasce na cidade de Bonito, banha Arraial do Caeté (Ourém) e Tentugal (Santa Luzia) e percorre algumas comunidades bragantinas.
Outrora navegável, o Caeté ainda não morreu porque as rodovias, que acabaram com as estradas de ferro, retiraram as comunidades de suas margens, desde a década de 1960.
E, apesar de receber as águas de rios como Jequi, Cajueiro e Curi à margem direita; e de pequenos igarapés à margem esquerda, o Caeté apresenta trechos pouco profundos.

Em 2014, o canoísta Pedro Paulo Sousa fez o percurso épico desde a nascente até a foz, e observou que alguns fazendeiros transformam o leito do Caeté em lixeira. Atiram detritos e resíduos, restos de tocos e galhos de árvores que eles próprios derrubam em suas terras.
O fechamento dos afluentes corrobora para que o Caeté baixe o seu leito e dificulte a sua navegabilidade.
O canoista comprovou o “riocídio”: o rio se torna mais poluído a partir das Vilas de Mocajuba e do Arimbú (Bragança), provavelmente sob influência de alguns afluentes a partir deste trecho.
É, portanto, em defesa deste rio, das memórias de seus narradores, navegadores, dos extrativistas e das comunidades ribeirinhas da Região do Caeté, que nasceu o Festival Internacional de Cinema do Caeté.
Conferência de Abertura 2022 será realizada por Luzia Miranda Álvares
Cinema e Poder: o Feminino na Amazônia
Considerando que a professora Luzia Miranda é uma decana do cinema amazônida, tendo se destacado na organização e participação de cineclubes para refletir sobre a arte cinematográfica em tempos sombrios da ditadura brasileira, difundido a cultura audiovisual na região, no sentido de agregar pessoas para a resistência cultural. Do mesmo modo, todo o trajeto de pesquisa que tem a professora, enquanto investigadora, sobre o trabalho e a vida da mulher na e da Amazônia, sob a perspectiva antropológica e sociológica, com sensibilidade crítica que afirma e revela o Poder do gênero feminino e o quanto o machismo estrutural e o patriarcalismo oprimem corpos femininos na Amazônia; tendo ainda a Luzia pensado sobre o cinema internacional, nacional, amazônico e paraense ao longo de décadas, através de textos e análises críticas sobre o que se tem produzido desde Hollywood até aos filmes feitos em salas de aulas, nas instituições de ensino; o que permitiu um panorama global desta arte, desde os seus primórdios aos nossos dias, razão porque a professora também merece o nosso respeito e a nossa admiração e motivo pelo qual a convidamos para proferir a Conferência de Abertura do VIII FICCA, sob o tema “Cinema e Poder: o Feminino na Amazônia”.
PROGRAMAÇÃO OFICIAL 2022 VIII FICCA
BRAGANÇA DO PARÁ
8 DE DEZEMBRO
Teatro do Liceu de Música da UEPA
16h30 – Abertura
16h35 – Execução do Hino do Brasil e do Pará
16h40 – Hino de Bragança à capela, por Evandro Mesquita
16h45 – Declamação poética por Manoel Ramos
17h50 – Composição da Mesa de Abertura
Roseti Araujo (ARQUIA), Evandro Medeiros (CineFront), Ivan Oliveira (Curta Carajás), Francisco Weyl (Diretor do FICCA), Beto Amorim (Projeto Aluno Repórter) + UFPA / IFPA / ALB-Bragança / Prefeitura-Seculd
17h30 – Conferência de abertura
Cinema e poder: o feminino na Amazônia (Professora Doutora Luzia Miranda Álvares)
19h –Deslocamento em Cortejo até o Mercado Municipal de Bragança
19h20 – Jantar e Convívio Poético-Musical
Cozinheira: Bacana

22h – Encerramento
9 DE DEZEMBRO
9h às 16h – Sessões competitivas
IFPa / UFPa – Bragança
9h às 17h – Oficinas de arte e de Cinema de Guerrilha Escola Domingos de Souza Melo, Vila Bonifácio, Ajuruteua (Mateus Moura / Marta Ferreira / Roberta Mártires)
Escola Américo Pinheiro de Brito / Quilombo do América (Carol Magno / Rosilene Cordeiro/ Artsimpsom)
19h – Projeção
Praça da Bandeira, Bragança
10 DE DEZEMBRO
9h às 12h – Fórum Audiovisual Caeté-Amazônia (Faca)
Centro Cultural Cineclube Casa do Professor – Praia de Ajuruteua PARTICIPAÇÃO:
Evandro Medeiros (CineFront), Ivan Oliveira (Curta Carajás), Francisco Weyl (Diretor do FICCA), Dani Franco (Jornalista/Produtora), Afonso Gallindo (Produtor e Realizador), Mateus Moura (Realizador), Marta Ferreira (Professora de arte), Roberta Mártires (Artista visual), Carol Magno (Pesquisadora e escritora), Rosilene Cordeiro (Realizadora e atriz), Artsimpsom (Artista visual), Wellingta Macedo (Jornalista e atriz), Marcelo Rodrigues (Realizador), Clei Souza (escritor), Beto Amorim (Radialista), Pedro Olaia (Realizador), San Marcelo (Realizador), Roseti Araujo (ARQUIA), Larissa Medeiros (Musicista e educadora popular), Cuité (Mestre e educador popular), Ana Fabem (Pesquisadora e performer).
18h
Anúncio dos vencedores do VIII FICCA
Leitura da Carta do Fórum Audiovisual Amazônia-Caeté Projeção na praia de Ajuruteua, Bragança
20h – Mística de encerramento

PROGRAMAÇÃO – BELÉM DO PARÁ
Cine Teatro Líbero Luxardo
8 de Dezembro – 16h30
Transmissão da programação de ABERTURA Bragança 18h – Encerramento
9 de Dezembro – 14h
Sessões competitivas 19h – Encerramento
De 10 a 14 de DEZEMBRO
14h – Mostra Sérgio Santeiro e a defesa do cinema brasileiro
15h – Mostra O Cinema Invisível de Vicente Cecim
16h – Mostra O EXERCITO e o exercício cinematográfico de Ana Tinoco (Portugal) 17 – Exibição de filmes premiados pelo VIII FICCA
19h – Encerramento

…………………..
Linha do Tempo FICCA 2022
Junho
20 – Abertura de Inscrições
Julho
DIA 11 – Mostra Caeté Cult / Libero Luxardo
DIAS 26, 27, 28 – Mostra Cinema Contemporâneo de Resistência / TV Cultura
Agosto
Circuito de Estreia do filme #ForaCargill
Dias 1, 2 e 3 – Abaetetuba (Ilha Xingu / Ilha Capim / Barco Panaparica)
Setembro
15 – Encerramento das Inscrições
Novembro
15 – Divulgação dos filmes selecionados
27 – Mostra Negro FICCA / Quilombo do América
Rodas de conversas
Programa Beto Amorim, 15h às 16h
Rádio Rosário FM 106.7 com transmissão pela Internet
9.11 – O cinema das mulheres amazônidas (Célia Maracajá, Nani Tavares)
16.11 – Poéticas e estéticas cinematográficas quilombolas (Roseti Araujo, Rosilene Cordeiro)
23.11 – Do cinema de rua ao cinema de escola (Mateus Moura, Beto Amorim) 30.11 – O cinema entre o tradicional e o contemporâneo na Amazônia Paraense (Alessandro Ricardo Campos, Evandro Medeiros)
7.12 – O cinema Afro-luso-brasileiro no cenário das políticas internacionais para arte contemporânea (Luís Costa – Portugal; Júlio Silvão – Cabo Verde; Francisco Weyl – Brasil)
VIII FICCA é organizado pela ARTE USINA CAETÉ, em parceria com o Centro Cultural Cineclube Casa do Professor, Cineclube Amazonas Douro, WFK-Direitos Humanos, Multifário Arte, com patrocínio do Governo do Pará, via Lei Semear/Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves, Prêmio Preamar/Secretaria de Estado da Cultura.
©️ FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DO CAETÉ
Sobre seu idealizador Carpinteiro de Poesia
Francisco Weyl desenvolve formações audiovisuais que reforçam a esperança de crianças, jovens e mulheres em condições de vulnerabilidade em comunidades periféricas excluídas, em populações urbanas e rurais, ribeirinhas, tradicionais e quilombolas da Amazônia Paraense há mais de 20 anos.
Graduado em cinema, especialista em semiótica, mestre em artes, organizou o Concílio Artístico Luso-Brasileiro, criou o Cineclube Amazonas Douro, com a presença de Zé do Caixão e Sério Fernandes. Mestre de Cinema da Escola do Porto, em Belém do Pará (2003). Venceu o prêmio Residências Estéticas em Pontos de Cultura (Minc/Funarte-2009), com o projeto Resistência Marajoara. Atuou na formação de coletivos audiovisuais de jovens em condições de vulnerabilidade (Soure, Marajó); coordenou o INOVACINE-FAPESPA, projeto de circulação e difusão de obras audiovisuais no interior do Pará (Bragança, Tracuateua, Igarapé-Açú, Altamira, Belém, Ananindeua, Santarém – 2010/2011); realizou o Festival

Internacional de Cinema Social (FEST-FISC), no âmbito do Fórum Social Mundial (2009, Belém e 2010, África). Foi presidente e secretário-geral da Federação Paraense de Cineclubes (2010/2011/2012); criou o FICCA – Festival Internacional de Cinema do Caeté como projeto de inclusão e formação social e audiovisual em 2014. Em seu percurso profissional e artístico foi produtor, editor e diretor de programas na TV Cultura do Pará (1988/1996); e realizou dezenas de filmes em diferentes formatos e gêneros no Pará, Cabo Verde e em Portugal, onde ministrou aulas no ensino superior, produziu obras literárias e cinematográficas e foi premiado em festivais como Douro Film Festival, Portugal, e Festival Internacional de Cinema Pobre, Cuba.
Serviço:
VIII Festival Internacional de Cinema do Caeté De 8 a 10 de dezembro
Belém, Bragança e Cidade do Porto
Cerimônia de abertura: 8 de dezembro, às 16h30, no Liceu de Música da UEPA, em Bragança, proferida por Luzia Miranda Álvares. Aberto ao público, com transmissão simultânea no Cine Líbero Luxardo, em Belém.
Belém: Cine Líbero Luxardo, das 14h às 19h. Entrada franca
Bragança: Nos campi do Instituto Federal do Pará – IFPa e da Universidade Federal do Pará – UFPa, de 14h às 19h. Entrada Franca
Cidade do Porto: Na Livraria Gato Vadio, às 20h. Aberto ao público
Votação dos filmes da mostra competitiva: via redes sociais do FICCA: @ficcacinema

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