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A construção do muro de arrimo e urbanização da orla da Avenida Beira-Mar, em Salinópolis, avança ao longo de 1.200 metros de extensão. Gerenciadas pelo Governo do Pará, via Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas, já foram executadas as…

Suíte Amazônica e outras notas musicais e jurídicas

Recentemente recebi pedido do violonista paraense Maurício Ferreira Gomes, que estudou na Espanha, a fim de escrever algumas peças para Duo de Flauta e Violão. O flautista é o músico gaúcho João Pedro Germano Pagliosa. Ambos são professores na Fundação Carlos Gomes, em Belém (PA).

Compus, então, para Duo de Flauta e Violão, as seguintes obras: “Cantiga Matinal à Bem-Amada”; “Chorinho Pai D’Égua”; “Ave Maria”; “Ária para Patrícia”; “Canção para Adélia”; “Piracaia nº 2” (sairé); “Contraflauteando”; “Meu Uirapuru” (cançoneta); “Morena” (modinha); “Sapecando Miudinho – Festa Mocoronga” (choro); “Meditação” (noturno); “Irurá” (chorinho); “De Casa Nova” (choro); “Vago Olhar” (canção); “Acalanto”; “Choro Tapajoara”; “Pequeno Estudo em Sol Menor” (Prelúdio); “Marcapasso” (chorinho); “Valsa Santarena nº 80 (Valsinha em Mi Menor)”; e “Valsa Santarena nº 131”.

De São Paulo veio outra solicitação, que me fez a percussionista paraense Cláudia Oliveira, confreira na Academia Paraense de Música, ao me formular o pedido para escrever um arranjo especial do “Chorinho Pai D’Égua”, de minha autoria, para Vibrafone Solo.

Para esse chorinho escrevi mais de 40 arranjos camerísticos, além de um arranjo para Banda Sinfônica.

O “Chorinho Pai D’Égua” foi executado em junho de 2012, no concerto do Clássica Trio (José Medeiros, oboé; Heleno Feitosa, fagote; e Ana Maria Adade, piano), durante o XXV Festival Internacional de Música do Pará, na Sala Ettore Bósio (Conservatório Carlos Gomes), em Belém (PA), quando também foi apresentada a “Lenda do Boto” (Wilson Fonseca, meu saudoso pai), com arranjo que elaborei para o Trio.

A obra foi gravada no CD “Toca Pará”, pelo Grupo Bronzes da Amazônia, lançado em 2015, com arranjo que preparei para Quinteto de Metais.

O arranjo do “Chorinho Pai D’Égua”, para Vibrafone Solo, será executado, pela professora e percussionista Cláudia Oliveira, durante o 37° Festival Internacional de Inverno da Universidade Federal de Santa Maria (RS), que será realizado no Vale Vêneto – São João do Polêsine, no período de 24 a 31 de julho de 2022, com a participação de vários professores e músicos brasileiros e estrangeiros.

Saiba mais sobre o 37° Festival Internacional de Inverno da UFSM:

https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cal/eventos/37fiiufsm/

Uma curiosidade: Cláudia Oliveira me contou que o seu Diploma, na solenidade de Colação de Grau no Curso de Música, pela Fundação Carlos Gomes, em Belém, foi entregue por Wilson Fonseca (Maestro Isoca), meu genitor, que, na ocasião, integrava a composição da Mesa Diretora.

Ao entregar-lhe o seu Diploma, o Maestro Isoca lhe disse: “Parabéns! Siga em frente. Nunca pare de estudar!”

Ela diz que jamais esqueceu desse sábio conselho do Maestro Wilson Fonseca. Fez cursos de pós-graduação no Brasil e no exterior.

Cláudia Oliveira já interpretou músicas de Wilson Fonseca e de minha autoria.

A talentosa percussionista é sobrinha da Professora Itacy Ferreira da Silva, regente do Coro Infantil “Doris Azevedo”, na interpretação da música “Peixada na Praia” (letra: Emir Bemerguy; e música: Wilson Fonseca), que consta na gravação do LP “Nos Originais” (volume 3), sob os auspícios da Universidade Federal do Pará, em 1992, em homenagem a Wilson Fonseca.

Saiba mais sobre Cláudia Oliveira:

https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/cal/37o-festival-internacional-de-inverno-da-ufsm-professores/#claudiao

Assista o vídeo da apresentação do Grupo TACAP, do qual participa a percussionista Cláudia Oliveira, com a interpretação da música “Um Poema de Amor” (Wilson Fonseca):

E o vídeo do “Chorinho Pai D´Égua”, de minha autoria, pelo mesmo Grupo TACAP:

Ainda no segundo semestre do ano passado, por sugestão do musicólogo Luís Roberto Von Stecher Trench, Presidente das Academias de Música e de Musicologia do Brasil, compus a “SUÍTE TAPAJÔNICA”, em 17 de outubro de 2021, para Duo de Violino e Viola, em memória do Maestro Don Ricardo Guida, dedicada aos professores Cecília Guida (violinista) e Henrique Muller (violista), peça em 5 movimentos: Mensagem; Alma Tapajônica; Noturno; Tango; e Olhando o Ocaso.

Cecilia Guida é uma extraordinária violinista argentina, nascida em Mendonza, naturalizada brasileira, filha do Maestro Don Ricardo Guida, recentemente falecido. E Henrique Muller, emérito maestro, violinista e violista, nascido em São Paulo, é casado com Cecilia Guida.

Algumas informações sobre o casal de músicos:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Cecilia_Guida

https://www.superprof.com.br/henrique-muller-professor-com-solida-formacao-europeia-grande-experiencia-didatica-faz-lives.html

Mais abaixo, os links de dois vídeos com entrevistas desses conceituados professores.

Cecilia Guida – Minha Mestra – Uma vida dedicada à música:

Henrique Müller – Sua história como Maestro e Professor:

Tomo a liberdade de registrar alguns eventos culturais e científicos dos quais participei nos últimos dois anos.

Em agosto de 2020 realizou-se o X Congresso Virtual Internacional da Academia Brasileira de Direito do Trabalho.

Era a primeira vez que o Congresso Internacional da Academia Brasileira de Direito do Trabalho se realizava inteiramente de forma virtual, em virtude da pandemia provocada pela Covid-19.

Na solenidade de abertura do Congresso, em 12 de agosto de 2020, foi executado o Hino Nacional Brasileiro, pelo pianista e maestro João Carlos Martins; e o “Hino da Academia Brasileira de Direito do Trabalho”, por mim executado, ao piano, no acompanhamento do Coro e Orquestra Jovem “Maestro Wilson Fonseca”, de Santarém (PA), sob a regência do Maestro José Agostinho da Fonseca Neto, meu irmão, após o que ocorreu a posse da nova Diretoria da entidade acadêmica.

Assista o vídeo com a apresentação dos hinos:

Diversos juristas brasileiros e estrangeiros participaram desse memorável Congresso. Tive a honra de presidir a Mesa do 9° Painel, em 14 de agosto de 2020, sobre o tema “Poder do Empregador: tendências da organização empresarial”, cujos palestrantes foram a advogada e acadêmica Vólia Bonfim Cassar e o Professor Dr. José João Abrantes (Catedrático da Universidade Nova Lisboa, Portugal).

Na época, tive a honra de ser contemplado com uma Nota de Louvor editada pela Presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, Professora Anaíza Vergolino e Silva, minha ilustre confreira naquela centenária entidade acadêmica paraense, onde ocupo a Cadeira nº 13, cujo Patrono é Domingos Antonio Rayol – Barão de Guajará.

Compus o “Hino do IHGP”, em 2012, com letra do advogado Dr. Célio Simões de Souza, oficializado pela Resolução nº 001/2016, de 30 de abril de 2016, lida durante a sessão solene conjunta do aniversário de fundação do Instituto Histórico e Geográfico do Pará (IHGP) e da Academia Paraense de Letras (APL), em 03 de maio de 2016.

Em janeiro de 2021 fui honrado com a outorga do Título de Doutor Honoris Causa da Academia de Música do Brasil, sediada no Rio de Janeiro.

Em outubro de 2021 realizou-se o XI Congresso Internacional da Academia Brasileira de Direito do Trabalho, a partir da Faculdade de Direito de Sevilha e da Faculdade de Direito de Valência, na  Espanha.

Durante o conclave foram apresentados vídeos com músicas de compositores de nossa família (Fonseca): “TRÊS GERAÇÕES EM CONCERTO”, com as seguintes obras:

1) UM POEMA DE AMOR – Bolero (1953). Letra e música: Wilson Fonseca. Piano solo: Vicente Malheiros da Fonseca (Titular da Cadeira nº 87 da ABDT). Mixagem de som: Vicente José Malheiros da Fonseca Filho. Captação e edição de vídeo: Adriano Teles Sirotheau da Fonseca:

2) MUTAMBA – Tango-Brasileiro (1912-1914). Música: José Agostinho da Fonseca (1886-1945), meu avô paterno. Primeira geração musical de nossa família. Vídeo da apresentação do grupo instrumental “Água de Vintém”, no Teatro Anchieta do SESC Consolação (São Paulo), em 1° de outubro de 2018. Grupo: Bandolim, Violão 7 Cordas, Cavaquinho, Violão e Pandeiro:

3) PERTO DE VOCÊ – Tango (1934). Música: Wilson Fonseca (1912-2002), meu pai. Segunda geração musical de nossa família. Obra musical dedicada à esposa do compositor, D. Rosilda Malheiros da Fonseca, minha mãe. Arranjo para Escaleta e Quinteto de Cordas: José Agostinho da Fonseca Júnior, neto do compositor Wilson Fonseca. Execução no 23° Fest’arte promovido pelo Instituto “Maestro Wilson Fonseca”, de Santarém, Pará, Amazônia, Brasil (2021):

4) IRURÁ – Chorinho (2006-2008). Música: Vicente Malheiros da Fonseca (1948-). Terceira geração musical de nossa família. Quarteto de Cordas da Escola de Música da Universidade Federal do Pará. Concerto realizado no SESC-PA, em 2017:

Em 2021, foi lançada a obra coletiva “Transformações e Desafios à Efetividade dos Direitos e Garantias Fundamentais”, Editora LTr, São Paulo, sob a coordenação e organização de Océlio de Jesus Carneiro de Morais, que reúne estudos escritos por diversos juristas, em minha homenagem, com Prefácio de João de Lima Teixeira Filho, na época Presidente da Academia Brasileira de Direito do Trabalho. Confira a sinopse sobre o livro:

Compositor desde 1958, o catálogo de minha obra musical registra mais de 2.000 peças, em diversos gêneros (canto, coral, piano solo e a 4 mãos, sacras, violão, banda, conjuntos camerísticos para formações instrumentais e/ou vocais e peças orquestrais), vários hinos (mais de 130), inclusive para instituições jurídicas (alguns oficializados – atualmente 45, maio/2022).

Alguns destaques no catálogo de minha obra musical:

  1. Série de “Valsas Santarenas” (atualmente, 134 peças);
  2. Ciclo de canções sobre poemas de Fernando Pessoa (“Poeta Fingidor”; “Tenho Tanto Sentimento”; e “Ao longe, ao luar”);
  3. Ciclo de canções sobre poemas de Luís Vaz de Camões (“Alma minha gentil, que te partiste” e “Os Lusíadas”);
  4. Ciclo de canções dedicadas a cantoras líricas (mais de 20, inclusive em homenagem às sopranos paraenses Adriane Queiroz e Carmen Monarcha);
  5. Ciclo de canções sobre o boto amazônico (cerca de 10);
  6. Hino da Justiça do Trabalho;
  7. Irurá (Chorinho) – diversos arranjos;
  8. Sonatina Amazônica (Peça em 5 movimentos) – diversos arranjos;
  9. Ave Maria (Sacra) – diversos arranjos;
  10. Maria,  Ave Maria dos Migrantes (Sacra) – diversos arranjos;
  11. Noturno Tapajônico – diversos arranjos;
  12. Ritual Sinfônico nº 1 (Peça em 7 movimentos);
  13. Ritual Sinfônico nº 2 (Peça em 7 movimentos);
  14. Ritual Sinfônico nº 3 (Peça em 7 movimentos);
  15. Ritual Sinfônico nº 4 (Peça em 7 movimentos);
  16. Sonata para Violino e Piano – Peça em 3 Partes (Amazonas; Tapajós e Santarém);
  17. Fantasia para Piano nº 1 (Peça em 3 movimentos);
  18. Fantasia para Piano nº 2 (Peça em 3 movimentos);
  19. Fantasia para Piano nº 3 (Peça em 6 movimentos); 
  20. Boto Sapeca (Peça em 7 movimentos) – Violoncelo Solo;
  21. Quarteto 2012 (Quarteto de Cordas), em homenagem a meu pai;
  22. Dobrado “Maestro Isoca”, em homenagem a meu pai;
  23. “Para minha mãe” (Quarteto de Cordas; e Orquestra de Cordas);
  24. Camerata para 12 instrumentos – Orquestra de Câmara – à memória da compositora e professora Rachel Peluso
  25. Elegia a Sebastião Tapajós (letra: Renato Sussuarana);
  26. Suíte Tapajônica (5 movimentos) – Duo para Violino e Viola;
  27. Suíte Amazônica (Prelúdio e 10 movimentos) – Violoncelo Solo;
  28. Tapajós – Santarém (letra: Paulo Rodrigues dos Santos);
  29. Abertura de Concerto nº 1, com  12 movimentos (Orquestra Sinfônica);
  30. Sinfonia do Tapajós” (composta para o lançamento do livro “Meu Baú Mocorongo”, de Wilson Fonseca, com a primeira audição – 4º movimento – “Oração – Ave Maria”, executada pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, em minha cidade natal);
  31. Pequena Sinfonia da Paz – Orquestra Sinfônica, com Harpa, Piano e Percussão (5 movimentos).

No meu hinário constam composições que compus em homenagem a diversas instituições, especialmente entidades jurídicas, tais como:

  1. Canção da Escola da Magistratura (letra: Desembargador Almir de Lima Pereira). Oficializado como Hino Oficial da Escola da Magistratura da Justiça do Trabalho da Oitava Região (EMATRA8), pela Resolução nº 266/2009, de 06.08.2009, do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, em sua composição plenária.
  2. Hino da Justiça do Trabalho (letra e música de minha autoria. Oficializado pela Resolução nº 45/2000, de 09.03.2000, e art. 309 do Regimento Interno do TRT-8ª Região. Oficializado como canção oficial do Colégio de Presidentes e Corregedores dos Tribunais Regionais do Trabalho do Brasil – COLEPRECOR (Resolução nº 001/2010). Oficializado, em âmbito nacional, pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho – CSJT, em sessão de 29.02.2012, conforme Resolução nº 91, de 06.03.2012, publicada no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho nº 934/2012, de 08.03.2012, com a letra e as partituras dos arranjos para Canto e Piano, Coro a 4 vozes mistas e Piano, Quinteto de Cordas e Banda Sinfônica. Arranjos: Piano; Canto e Piano; Coro a 4 vozes mistas e Piano; Banda Sinfônica; Coro a 4 vozes mistas e Orquestra; Quarteto de Cordas; Contralto e Piano; e Quinteto de Cordas.
  3. Hino da Justiça Eleitoral (letra e música de minha autoria. Oficializado pela Resolução nº 3.738/2005 do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Pará, publicada, juntamente com a partitura da música (arranjo para canto e piano), no Diário Oficial do Estado do Pará, edição de 16.06.2005. Escrevi os seguintes arranjos para o hino: Canto e Piano; Coro a 4 vozes mistas e Piano; Orquestra de Sopros, Percussão Coro e Piano; Quinteto ou Orquestra de Cordas e Piano; e Orquestra Sinfônica, Coro e Piano.
  4. Hino da Associação dos Amigos do Theatro da Paz (letra e música de minha autoria). Arranjos: Canto e Piano; e Quinteto de Metais e Piano. Oficializado na Assembleia Anual Ordinária da entidade realizada em 09.11.2010.
  5. Hino do Tribunal de Justiça do Estado do Pará (letra e música de minha autoria). Arranjos: Canto e Piano; Coro a 4 vozes mistas e Piano; e Orquestra de Sopros, Percussão, Coro e Piano. Oficializado pela Resolução nº 011/2007 – GP, de 07.03.2007, do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, publicada no Diário da Justiça nº 3.842, de 19.03.2007.
  6. Hino do Tribunal de Justiça do Estado do Amapá (letra e música de minha autoria). Arranjos: Canto e Piano; Coro, Orquestra de Sopros, Percussão e Piano; e Coro a 4 vozes mistas e Piano. Oficializado pela Resolução nº 0518/2009-TJAP, publicada no Diário Oficial do Estado do Amapá nº 4.659, edição de 13.01.2010, p. 95.
  7. Hino do Ministério Público de Contas do Estado (letra de Antônio Maria Filgueiras Cavalcante). Arranjos: Canto e Piano; e Canto, Quinteto de Metais, Percussão e Piano. Oficializado pela Resolução nº 003/2012, de 27.09.2012 (Diário do Estado do Pará nº 32.253, de 02.10.2012, Caderno 3, p. 6/8).
  8. Hino da Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região – EJUD11 (letra e música de minha autoria). Arranjos: Canto e Piano; e Canto, Noneto de Sopros, Percussão e Piano. Oficializado pela Resolução Administrativa nº 209/2014, de 27 de agosto de 2014, do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região, encaminhada pelo Ofício nº 1136/2014/SGP, de 03 de setembro de 2014. Publicada no Diário Oficial da Justiça do Trabalho da 11ª Região, Ano 1, edição nº 2314, de 02 de setembro de 2014, Manaus (AM), página 1.
  9. Hino da Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção do Pará – Subseção de Santarém (letra e música de minha autoria). Arranjos: Canto e Piano; Canto, Sexteto de Sopros, Percussão e Piano; e Canto, Orquestra de Sopros e Percussão. Oficializado pela Resolução nº 002, de 10 de outubro de 2014, do Conselho Subseccional da OAB de Santarém-PA (Ofício nº 418/2014 – OAB/STM, de 16 de outubro de 2014).
  10. Hino do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (letra e música de minha autoria). Arranjos: Canto e Piano; Canto, Noneto de Sopros, Percussão e Piano; e Canto, Quarteto de Metais, Percussão e Piano. Oficializado pela Resolução Administrativa nº 272/2014, de 14 de novembro de 2014, do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região. Publicada no Diário Oficial da Justiça do Trabalho da 11ª Região, Ano 1, edição nº 2414 (Extraordinária), de 17 de setembro de 2014, Manaus (AM), páginas 1 e 2.
  11. Hino ao Advogado (letra e música de minha autoria). Arranjos: Canto e Piano; Canto. Sexteto de Sopros, Percussão e Piano; Orquestra de Sopros e Percussão; e Flauta, Quinteto de Cordas e Percussão. Oficializado pela Resolução nº 43, de 15 de dezembro de 2015, do Conselho Seccional da OAB-PA, que determinou a sua disponibilização no sítio eletrônico da Seccional e execução nas sessões solenes e oficiais da Instituição, além de estabelecer que deverá ser proposto, “por meio de seus representantes eleitos no Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, a sua oficialização em âmbito nacional da OAB”. A solenidade ocorreu durante a 10ª Sessão Ordinária do Conselho Seccional da OAB-PA, quando foi outorgado ao compositor o Diploma de “Moção de Aplausos”, conforme o Ofício nº 766/2015-SEC, de 10 de dezembro de 2015, e nos termos da Resolução nº 44, de 15 de dezembro de 2015, bem assim o reconhecimento e a oficialização do Coral “Maestro Isoca”, da Caixa de Assistência dos Advogados do Estado do Pará (CAAPA), como “Coral do Sistema OAB/PA”, em homenagem ao meu saudoso pai Wilson Dias da Fonseca (Maestro Isoca), por força da Resolução nº 42, de 15 de dezembro de 2015. Na mesma ocasião, o “Hino ao Advogado” foi cantado pela soprano paraense Márcia Aliverti, acompanhada pelo pianista Artur Aliverti, como também pelo Coral “Maestro Isoca”, sob a regência da Maestrina Danihellen Prince Dias Siqueira, que ainda apresentou o bolero “Um Poema de Amor” (Wilson Fonseca – Maestro Isoca).
  12. Hino da Academia Sul Rio-Grandense de Direito do Trabalho (letra e música de minha autoria). Arranjos: Canto e Piano; e Canto, Orquestra, Percussão e Piano. Oficializado pelo Ato nº 01/2016, de 14 de março de 2016, da Diretoria da Academia.
  13. Hino da Academia Nacional de Direito Desportivo (letra e música de minha autoria). Arranjos: Canto e Piano. Oficializado em Assembleia-Geral da Academia, realizada em 17 de março de 2017, em Curitiba (PR).
  14. Hino da Academia Brasileira de Direito do Trabalho (letra e música de minha autoria). Arranjos: Canto e Piano; Canto, Quinteto de Metais, Percussão e Piano; Orquestra de Sopros e Percussão; Canto, Quinteto de Cordas e Percussão (canto e percussão opcionais – non obbligato); Piano solo (2 versões); Melodia cifrada; e Violino e Piano.  Aprovado em Assembleia Ordinária e Extraordinária da Academia, em 27 de maio de 2014, realizada em São Paulo (SP); e formalizada a sua oficialização pelo Ato nº 89, de 12 de setembro de 2017, da Presidência da ABDT.
  15. Hino da ATEP – Associação dos Advogados Trabalhistas do Estado do Pará (letra: Célio Simões de Souza). Arranjos:  Canto e Piano; e Canto, Deceto, Percussão e Piano. Oficializado pela Resolução nº 001/2017, da Diretoria da ATEP, de 31 de agosto de 2017.
  16. Hino do Instituto Silvio Meira (letra e música de minha autoria). Arranjos: Canto e Piano; Canto, Quinteto de Metais, Percussão e Piano; Canto, Banda Sinfônica, Percussão e Piano; Orquestra de Cordas; e Orquestra Sinfônica. Oficializado pela Resolução nº 01/2018, da Diretoria do Instituto Sílvio Meira, de 13 de setembro de 2018.
  17. Hino da Academia Paraense de Letras Jurídicas (letra: Célio Simões de Souza). Arranjos: Canto e Piano; e Orquestra. Oficializado pela Resolução nº 01/2018, de 27 de setembro de 2018, da Diretoria da Academia Paraense de Letras Jurídicas, de 03 de julho de 2018.
  18. Hino da AMATRA-VIII – Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 8ª Região (letra e música de minha autoria). Arranjos: Canto e Piano; Canto, Sexteto de Sopros, Percussão e Piano; Canto, Orquestra, Percussão e Piano; e Piano. Oficializado pela Resolução nº 001/2018, de 19 de dezembro de 2018, da Diretoria da Associação.
  19. Hino do Instituto de Advogados do Pará – IAP (letra: Célio Simões). Arranjos: Canto e Piano; e Piano solo. Oficializado pela Resolução nº 001/2019, de 11 de abril de 2019, da Diretoria do Instituto.
  20. Hino da ABDSS – Academia Brasileira de Direito da Seguridade Social (letra: Océlio de Jesus Carneiro de Morais). Arranjos: Canto e Piano; Canto, Orquestra, Percussão e Piano; Piano; e Canto, Quarteto de Cordas e Piano. Oficializado pela Resolução nº 01/2019, de 27 de setembro de 2019, do Presidente da Academia (Dr. Océlio de Jesus Carneiro de Morais).
  21. Hino do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região – Natal-RN (letra e música de minha autoria). Arranjos: Canto e Piano; e Orquestra. Oficializado pela Resolução Administrativa nº 008/2022, de 05 de maio de 2022. Divulgada no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho – TRT-21ª Região, nº 3468/2022, de 10/05/2022, publicada em 12/05/2022 (OFÍCIO TRT-21 – GP Nº 207/2022, de 24 de maio de 2022).

Uma curiosidade: a pedido das respectivas instituições, compus os hinos do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região e da Escola Judicial do TRT-11ª Região, sediado em Manaus (AM); e do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região, sediado em Natal (RN). Meu avô paterno, José Agostinho da Fonseca, o pioneiro da tradição musical de nossa família, nasceu em Manaus (AM), embora tenha estudado em Belém, vivido e falecido em Santarém (PA). E Natal, capital do Estado do Rio Grande Norte, é a cidade onde nasceu a minha bisavó paterna, Agostinha Maria da Fonseca (mãe de meu avô, Maestro José Agostinho da Fonseca).

Eu gostaria de concluir este artigo com uma referência muito especial.

Em novembro de 2021, por intermédio do Confrade Luís Roberto Von Stecher Trench, Presidente da Academia de Música do Brasil, recebi um convite para compor uma obra musical para Violoncelo solo, a fim de ser incluída no repertório da gravação de um CD, no Projeto “Cello em Solo Brasileiro”, pelo notável violoncelista brasileiro Antônio Lauro Del Claro, igualmente membro vitalício daquela entidade acadêmica.

Inicialmente, compus a peça intitulada de “BOTO SAPECA”, em alusão ao conhecido “golfinho” amazônico.

Como compositor amazônico, nascido em Santarém (PA), não raro busco inspiração na realidade de nossa região, sem me afastar das características brasileiras.

O professor e violoncelista Antônio Lauro Del Claro, em mensagem eletrônica, assim se manifestou: “É ótimo saber de tudo isso, pois eu trouxe para mim a missão de divulgar a música do nosso chão. E me emociono muito quando desfruto do privilégio de homenagear os bravos compositores brasileiros. Estou aguardando ansiosamente receber mais uma preciosidade!”

Na semana passada (maio/2022) recebi um telefonema do Maestro Antônio Lauro Del Claro para me solicitar a composição de outra obra musical, mais ampla, com o objetivo de incluir no CD do Projeto “Cello em Solo Brasileiro”.

Assim, compus, no último dia 26 de maio de 2022, a “SUÍTE AMAZÔNICA” (Prelúdio e 10 movimentos), para Violoncelo solo. Eis os movimentos da nova composição musical: Dança e Pororoca; Fúria Amazônica; Chorinho; Ritual dos Botos; Sairé; Valsinha; Rio Tapajós; Cantiga Cabocla; Procissão; e Piracaia. 

O conceituado violoncelista paulista já participou de evento e gravação de um CD em homenagem a Wilson Fonseca (Maestro Isoca) – “Projeto Uirapuru” (O Canto da Amazônia), volume 3, 1995, Secult/PA.

Antônio Del Claro faz brilhante carreira musical por mais de meio século. Fez parte do corpo docente da UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas, SP). É diretor artístico do Festival de Cordas da Fundação Carlos Gomes em Belém (PA) e do Festival de Cordas de São Luis (MA). É também diretor artístico e regente da Orquestra de Cordas da Fundação Carlos Gomes, da capital paraense. Como instrumentista, apresentou, em primeira audição mundial, obras para violoncelo que lhe foram dedicadas por vários compositores.

Saiba mais sobre o extraordinário músico brasileiro:

https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa19303/antonio-del-claro

https://www.escavador.com/sobre/1121743/antonio-lauro-del-claro

Sinto-me muito lisonjeado em figurar, ao lado de outros quatro compositores brasileiros, na gravação do CD “Cello em Solo Brasileiro”, pelo festejado violoncelista Antonio Lauro Del Claro, considerado um mito nacional do violoncelo, com mais de 50 anos de carreira na Arte de Euterpe.

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