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Lívia Duarte é o nome forte do PSol para a Alepa

Cerca de cinco mil pessoas lotaram o botequim e chegaram a interditar a Av. Gentil Bittencourt, ontem à noite, durante o lançamento da pré-candidatura de Lívia Duarte a deputada estadual pelo PSOL. Pelo menos quinze pré-candidat@s a deputad@ federal estavam presentes, além do prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues, e do vice-prefeito Edilson Moura. Lívia Duarte é vereadora, autora do Estatuto da Igualdade Racial (Decreto 9.769/2022), eleita em 2020 para a Câmara Municipal de Belém como a segunda mais votada da legenda, e vem consolidando seu nome no cenário político parauara. Primeira presidente negra de partido político no estado do Pará, pelo PSOL, em 2015, ela é expoente feminista e antirracista, liderança por seus próprios méritos, militante desde os 13 anos de idade e escapando da tradicional dinastia de esposas e filhas de políticos, o que lhe custa a aceitação nos ambientes masculinos de poder. Nos primeiros dois meses, por exemplo, foi barrada todos os dias na Câmara porque não tinha ‘cara de vereadora’.

Lívia é autora do projeto de lei que proíbe homenagens a escravocratas e genocidas em Belém, e do que criou a Frente Parlamentar de Combate à Fome, que prevê uma série de ações parlamentares voltadas ao combate da insegurança alimentar da população de Belém. Ela fundou o Setorial de Mulheres do PSOL do Pará, e também é de sua lavra o projeto para receber o projeto piloto na Unidade de Educação Infantil (UEI) Wilson Bahia de Souza, localizada no bairro do Curió-Utinga, na zona leste de Belém, aprovado em setembro do ano passado.

Mãe do Joaquim e do Pedro, madrasta da Clara, Lívia foi mãe solo aos 24 anos e a maternidade é um ponto crucial que moldou a sua trajetória na vida política. Hoje casada (seu filho caçula é fruto dessa união), desde cedo milita com o filho nos braços, e a experiência da profusão de tarefas e jornada extenuante acabou por esculpir seu perfil de ativista contra as múltiplas violências que atingem as mulheres, notadamente as negras, desde a mais tenra infância.

Aos 35 anos, Lívia sintetiza suas esperanças: “quero que as meninas que moram na periferia, assim como eu nasci e cresci, e que estudam em uma escola pública, possam dizer ‘amanhã eu vou ser uma vereadora’ porque hoje eu sou vereadora, ou “quero ser uma deputada”, porque o lugar de uma mulher é onde ela quiser”.

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