Para marcar os quinze anos de criação das Florestas Estaduais de Faro, Trombetas e Paru, da Estação Ecológica Grão-Pará e da Reserva Biológica Maicuru, na Calha Norte, hoje (4), o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) lançou…

Lançamentos literários, apresentações de teatro, oficinas voltadas para as culturas pop e japonesa, arrecadação de livros, atividades pedagógicas e lúdicas direcionadas ao público infantil, entre outras ações, estão no cardápio de cultura e arte servido aos visitantes do estande da…

O procurador do Ministério Público do Trabalho Sandoval Alves da Silva tomou posse na chefia da Procuradoria Regional do Trabalho da 8ª Região para o biênio de 2021-2023 enfatizando o papel decisivo do MPT na garantia dos direitos humanos. O…

Prevaleceu o bom senso e o cuidado com as pessoas. O prefeito Edmilson Rodrigues ouviu o secretário municipal de Saúde, Maurício Bezerra, e técnicos responsáveis pela vacinação e enfrentamento à Covid-19, e cancelou os desfiles das escolas de samba, blocos…

Priantômetro

“Tenho demorado a escrever sobre as eleições deste ano, no aguardo de um movimento mais consistente, que indique qual o caminho, dentre tantos, que o PMDB seguirá. Como essa espera pode não, deve ser longa, aja visto as últimas escolhas da chapa majoritária do partido para governo do estado, vamos às recentes conversas e possibilidades.


Já imaginou o partido do movimento fechar com o Jatene, já. Difícil, mas não impossível, pelo menos no primeiro turno. Não se pode esquecer que o ex-governador e ex-músico é cria da casa, pois foi secretário de estado no governo Jáder; é confiável, pois, quando governador, cumpriu todos os acordos com os aliados e, principalmente, possui empática relação pessoal com o clã pemedebista. Acredito que o compromisso com Lula, lê-se Dilma para presidente, seja o maior empecilho para o PMDB trilhar esse caminho, mas calma que o boi pode voar, como diria um político paraense, afinal se pode existir o voto Dilmásio em Minas Gerais, por que não o voto Diltene no Pará.

Agora, o PMDB também pode relançar a estratégia do candidato laranja a governador, tendo um candidato a senador com a leveza de quem faz campanha sem ter que carregar toda a rejeição do candidato a governador. Nessa conjuntura, além de fazer o senador mais votado, pois arrecada o segundo voto de todos os outros candidatos a senador e soma com a sua capilaridade eleitoral, o PMDB fica livre e solto para decidir a eleição no segundo turno, caso ocorra. O maior risco, dentro dessa conjuntura, é de não haver segundo turno, tirando do partido a possibilidade de decidir a peleja. E olha, vejo grandes probabilidades.

E ainda existe a possibilidade do partido caminhar com o empresário Fernando Yamada do PTB. Olha, há tempos que os empresários tentam chegar de pára-quedas na seara do poder público executivo e a coisa não anda ou desanda no caminho. Por isso, antes de mais nada, é bom o gente boa se aconselhar com o Ermírio de Moraes, Silvio Santos, Paulo Skaf, que já está querendo pular fora em São Paulo, e até com o Xerfan, criação do Jader, é bom que se diga, que o nomeou prefeito de Belém. Mas não é que, de repente, o Barbalho resolve bancar mais uma invenção mirabolante e botar o japonês no páreo, buscando o voto Dilmada e trazendo a reboque os democratas para uma dobradinha no senado com a Valéria. Bom, como falei no artigo anterior, a insensatez circunda o mundo político nesse período eleitoral, mas tudo pode, surpresa também.

Portanto, o PMDB possui cinco caminhos a seguir: apóia a reeleição da candidata do PT Ana Julia; lança um candidato pra valer (Jader ou Priante); apóia o candidato do PSDB Simão Jatene; lança um candidato meia boca (Hildegardo, Elcione, Juvenil, Luis Otávio, etc…) ou apóia o candidato de um partido da base governista, que hoje é o empresário Fernando Yamada do PTB, mas amanhã quem sabe. Com tantas opções assim, as conversas devem ir do partido dos trabalhadores até os democratas; e aja cafezinho ou algo mais aprazível. Agora, se até maio Priante assumir a Prefeitura de Belém, acontecimento que mais aumenta a entropia do processo, teremos um rearranjo político com nova aferição eleitoral. E ai, meus e minhas, o que hoje é remoto, amanhã pode ser bem real, e o que hoje está próximo, amanhã pode estar bem distante.
Professor Elson Silva

(Do blog Belém, de Irlendes Rodrigues, o Alemão).

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *