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CDP em chamas

A briga pelo comando da Companhia Docas do Pará é de foice no escuro. Clythio Raymond Speranza Backx Van Buggenhout (PSB-Ciro Gomes), desde o primeiro dia na presidência, conviveu entre tapas e beijos (mais tapas) com a diretora de Gestão Portuária, Socorro Pirâmides (PT-Paulo Rocha) – no primeiro dia, ela foi logo dizendo que 80% da Companhia eram dela, 20% do diretor Administrativo e Financeiro, Olívio Antonio Palheta Gomes, e a linha entre os dois do presidente(!).
Clythio tratou de ir a Brasília se queixar ao ministro dos Portos. Que o deixou à vontade para fazer as mudanças que quisesse. Aí não contou conversa: voltou a Belém e de uma só canetada mandou um monte de gente indicada pela diretora para o olho da rua. Socorro Pirâmides o enfrentou e o desafiou a exonerá-la. Ele o fez na hora, com muito gosto. Ela chorou. Contou para o deputado Paulo Rocha. Foi um ba-fa-fá danado. Acabaram se ajeitando e ela permaneceu no cargo, mas sempre se relacionaram às turras.
Pois bem. Depois de se despedir ‘N” vezes do cargo (vai assumir a gerência geral da Cargill no Brasil), Clythio tentou de todas as maneiras passar a presidência da CDP ao Comandante da reserva da Marinha Carlos José Ponciano da Silva, administrador do Terminal de Miramar. Não deu. Na sexta-feira, 13, jogou a toalha, não sem antes destituir Socorro Pirâmides da prerrogativa de substituta eventual. Passou a bola para Olívio Gomes, que está presidente interino.
Enquanto isso, em Brasília, o deputado federal Jader Barbalho articula para emplacar alguém do PMDB no comando da estatal. E Paulo Rocha aluga o ouvido de Lula.

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