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Pela primeira vez na história, está em curso  um movimento conjunto da Academia Paraense de Letras, Academia Paraense de Jornalismo, Instituto Histórico e Geográfico do Pará e Academia Paraense de Letras Jurídicas, exposto em ofício ao governador Helder Barbalho, propondo que o Estado adquira o acervo remanescente da icônica Livraria Fox, que encerra suas atividades, e crie uma livraria estadual com foco na Amazônia e autores paraenses, que poderia funcionar em imóvel do Estado que esteja disponível.

O documento foi assinado por todos os respectivos presidentes das entidades signatárias – o advogado, professor, escritor e palestrante Ivanildo Alves; a jornalista e advogada Franssinete Florenzano; a historiadora, professora, escritora e pesquisadora Anaíza Vergolino e o advogado, professor e escritor Thadeu de Jesus e Silva, que solicitam audiência com o governador para pedir que abrace essa causa coletiva e concretize um sonho antigo de todos os escritores parauaras: um local especializado em livros com a temática amazônida que privilegie os autores paraenses com exposição e venda de suas obras, cobrando taxa de capa simbólica e proporcionando a visibilidade tão necessária, através de feiras e eventos literários, comercialização em e-book e também comercialização via site; oferecendo programação cultural com acesso livre e gratuito, além de café como ponto de encontro intelectual a fim de estimular o amor pela leitura, pela memória e todas as artes e formas de manifestação e expressão cultural.

Foi sugerida a Casa da Linguagem, casarão em local estratégico na esquina da Avenida Nazaré com Assis de Vasconcelos, em Belém, mas pode ser outra edificação que comporte o compartilhamento como sede da Academia Paraense de Jornalismo e do Conselho Estadual de Cultura, que não dispõem de sede própria e cujas atividades por si só representam atração para a livraria pública que o movimento pretende seja criada.

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