Evellyn Vitória Souza Freitas nasceu no chão do banheiro do Hospital Municipal de Portel, município do arquipélago do Marajó (PA), no dia 28 de julho de 2021, por volta das 8h da manhã, prematura de 28 semanas e dois dias, pesando 1Kg e 39…

Vanete Oliveira, a jovem marajoara de 28 anos e mãe de cinco filhos que sofre há catorze anos com um tumor enorme em um dos olhos, que lhe cobre quase a metade da face, já está internada no Hospital Ophir…

Equipes da Divisão de Homicídios e da Delegacia de Repressão de Furtos e Roubos estavam monitorando há um mês o grupo criminoso que planejava roubar em torno de R$ 1 milhão no caixa eletrônico do Banpará localizado dentro do Hospital…

Vanete Oliveira, 28 anos, mãe de cinco filhos, vive em Portel, município do arquipélago do Marajó(PA). Ela sofre há catorze anos dores atrozes além do desconforto, trauma e todo tipo de dor física e psicológica, por conta de um tumor…

Festribal 2010

A Associação Folclórica Tribo Munduruku venceu o 13° Festival das Tribos de Juruti, com o tema “Amazônia, Cunhantã dos olhos do mundo”, em Juruti.
Uma grande alegoria, A maloca da vida, contou a lenda “A Criação da Amazônia, na visão Munduruku”. Da grande maloca saiu o primeiro homem Munduruku, Rairú, porém, sentindo a solidão pediu ao seu pai Karú-Sacaebê, o criador do universo, um mundo cheio de beleza, onde pudesse viver feliz. Pediu também “gente igual a ele para habitar a terra”. Atendendo ao pedido de seu filho, Karú-Sacaebê ordenou que ele fosse ao umbigo da terra: lá encontraria uma corda de algodão, que deveria amarrar com bravura e coragem e abrir a maloca da vida, onde encontraria os seus irmãos Munduruku, Apiacá, Parintintin, Sateré-maué e Kaiapó e todos os irmãos animais e vegetais, povoando, assim, a Amazônia.
O primeiro dia foi anunciado pelo vôo do pássaro guará-vermelho, miticamente considerado o “pai do sol”, e a índia guerreira personificou Yucatã, a primogênita dos Munduruku. Homens-urubus, mulheres-araras e feras-guaribas arrebataram a arena com a coreografia.
Com Yrupê (Vitória-Régia), a tribo Munduruku lançou seu lamento pela preservação da água doce no mundo. A Guardiã Tribal representou Naiá, a flor das águas amazônicas.
No ritual indígena. o pajé ordenou que jovens Xavantes fossem à floresta procurar o animal sagrado, o Tamakuaré verde, que some rapidamente porque se camufla na natureza, mas que não pegassem outro tipo de Tamakuaré, o pardo, pois este erro despertaria a ira de espíritos malignos, destruidores e devastadores no mundo e na nação Xavante.

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