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Aviso: Esse é um post mais de perguntas do que de respostas!

Você conhece a história da Pequena Sereia?


Na história original do livro, escrita pelo romancista dinamarquês Hans Christian Andersen, a personagem principal não tem um final feliz, como no filme do Walt Disney.


Ariel era uma sereia que se encanta por um príncipe, que por sua vez se apaixona de volta por ela e pela sua voz. Era a voz de Ariel o seu principal encanto, característica e força. Mas ela abre mão desse dom para criar pernas e ir atrás do seu amor. E quando perde a sua voz, perde também o príncipe. A Ariel sem voz não o interessava.


Quantas vezes já fomos Ariel em nossas vidas?


Quantas vezes abrimos mão de nossas características mais marcantes, aquelas que nos fazem ser quem a gente é, para agradar os outros?


Quantas vezes abrimos mão de nossas vozes para agradar a quem vive em silêncio? Quantas vezes você se sentiu podado? Quantas vezes pensou em desistir daquilo que te faz feliz porque foi vítima de críticas de quem não tem a coragem para fazer metade do que você faz?
Quantas vezes foi chamado(a) de maluco(a)? Quantas vezes te disseram que não iria dar certo?


Quantas vezes você desistiu de lançar aquele seu projeto de uma vida com medo do que iam pensar?


Qual o seu sonho?


Já vi médicos largando o diploma para vender brigadeiros porque esse era o propósito de vida deles. Já vi diplomados virarem donos de pousadas, chefes de cozinha, astrólogos, estilistas, coachs, influenciadores… e brilharem assim.

Quanto mais você vai insistir numa carreira que não ressoa mais com você e que te faz infeliz, quando você sabe muito bem o que faz seu coração acelerar?


Na semana passada a chef de cozinha Paola Carosella gravou um pequeno vídeo que viralizou, onde ela dizia: “Não quero parecer NADA, eu quero SER. E se sendo, eu pareço ser algo que as pessoas não gostem, eu prefiro parecer algo que não gostem do que eu deixe de ser quem sou!”


Olha, vou falar uma das poucas certezas que tenho na vida: opinião alheia não enche barriga.


Já que falamos sempre de empreendedorismo por aqui, quantas vezes você ficou com vergonha de mostrar seu produto, de se vender, de anunciar o que você faz ao mundo e principalmente aos seus amigos, por medo do julgamento alheio?


Quantas vezes você esperou uma perfeição que não existe acontecer, e depois disso viu um conhecido lançar na frente algo parecido com a sua ideia mas nem de longe tão boa quanto?


Todavia ele lançou e você não. Ele começou a ganhar dinheiro e você não. Você ficou aí, paralisado(a) pelo medo do que os outros iriam achar.


Esse post vai acabar com um recado: não seja Ariel.

Não abra mão de quem você é POR NINGUÉM. Não deixe de fazer o que tem que ser feito por medo da opinião seja lá de quem for. Não seja Ariel, seja Paola, aquela que prefere ser do que parecer.


Ou melhor: seja você.


Quem gostar de você que goste também de quem você é por inteiro.


Não abra mão da sua voz, nem do seu brilho para caber no mundo de ninguém. Muitas vezes a sua maior força está no que muitas vezes querem lhe fazer acreditar que seja um defeito. Muitas vezes sua maior chance de sucesso está nessa sua ideia aí que ainda está engavetada. Pode acreditar.

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