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José Marajó Varela está fazendo a pré-venda de seu novo livro, “Amazonizar” com a máxima Amazonizar é preciso, colonizar não é preciso, um ensaio que recusa as amarras de uma obra tradicional, um livro sem sumário, para fluir livremente como as águas de um rio. Conforme escritos do autor em textos diferentes, trata-se de uma “arqueologia das ideias” e uma “psicanálise da História”, com Varela assumindo sua identidade de caboclo e neto de indígena marajoara, tecendo uma crítica contundente ao modelo civilizatório imposto às Amazônias.

Varela convida o leitor a embarcar na sua “canoa encantada” e remar por Amazônias plurais. Sentado à beira do rio da memória, ele quer mostrar como amazonizar o olhar e o coração, transformando o percurso literário em rito de passagem
rumo à utopia da “Terra sem males”.

A viagem está apenas começando; o rio nos espera. O remo entra na água e a água entra na alma, dizem os editores.

Na venda antecipada o livro custa R$62 mais a taxa de transporte (aplicativo em Belém e Correios para outros municípios, via Pix para a Editora Amazônica Bookshelf. Pedidos pelo WhatsApp (91) 998327491.

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