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Wlad e o efeito dominó no processo eleitoral

Procurador regional eleitoral Bruno Velente. Foto Faustino Castro

Se o TSE confirmar a cassação Wladimir Costa(SDD), feita hoje à unanimidade pelo TRE-PA, acatando denúncia do procurador regional eleitoral, Bruno Valente, o deputado federal ficará inelegível por 8 anos. O que equivale a um ponto final em sua meteórica – e polêmica, para dizer o mínimo – carreira política. O TSE ainda vai definir a possibilidade de ele continuar no exercício do mandato eletivo durante o julgamento do recurso. Wlad foi acusado pelo Ministério Público Eleitoral por arrecadação ilícita de recursos de campanha (o popular caixa dois) e por não prestar contas de mais de R$400 mil gastos em carreatas e material de divulgação. 


A relatora do processo foi a juíza federal Luciana Daibes. A prestação de contas do “deputado dos confetes” – como ficou internacionalmente conhecido depois de suas pantomimas no Congresso Nacional – já havia sido impugnada e rejeitada pelo pleno do TRE-PA em sessão de 2014. O processo do MP Eleitoral se baseia em pareceres técnicos do próprio Tribunal que apontam abuso de poder econômico e listam todas as despesas omitidas nas contas de Wlad. Foram encontrados até indícios de falsificação e adulteração de assinaturas em recibos apresentados. 


O então candidato deixou de declarar quase R$ 150 mil gastos em material gráfico e desapareceram de sua prestação mais de R$ 100 mil em despesas efetuadas entre julho e setembro do ano eleitoral de 2014. No total, a Justiça Eleitoral calculou que as omissões e falsificações correspondam a R$ 410 mil. A campanha de Wladimir Costa à Câmara Federal custou, segundo o valor declarado pelo deputado, míseros R$ 642.457,48. Para quem acompanha minimamente os gastos astronômicos dos políticos, é uma piada. Mas ele não está sozinho nessa. A conferir o efeito dominó, a exemplo da operação Lava Jato. O procurador da República Bruno Valente faz jus ao sobrenome e, como seus antecessores no cargo, vai fazer muita ferida.

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