A expectativa era grande em relação à ida do governador Helder Barbalho à Assembleia Legislativa para a leitura da Mensagem na instalação da 61ª Legislatura. Funcionou como uma espécie de termômetro da Casa, que abriga novos deputados na oposição, e…

Foram empossados hoje na Assembleia Legislativa do Pará os 41 deputados estaduais eleitos para a 61ª Legislatura (2023-2027). Em seguida houve eleição para a Presidência e a Mesa Diretora, em chapa única, tendo sido reeleito praticamente à unanimidade – por…

O governador Helder Barbalho está soltando a conta-gotas os nomes dos escolhidos para compor o primeiro escalão de seu segundo governo. Nesta quarta-feira será a posse dos deputados estaduais e federais e dos senadores, e a eleição para a Mesa…

Pela primeira vez na história, está em curso  um movimento conjunto da Academia Paraense de Letras, Academia Paraense de Jornalismo, Instituto Histórico e Geográfico do Pará e Academia Paraense de Letras Jurídicas, exposto em ofício ao governador Helder Barbalho, propondo…

Uma república proclamada por um negro monarquista

Hoje, 15 de novembro, comemoramos os 133 anos da Proclamação da República Brasileira. Os livros muito nos contam sobre como Marechal Deodoro e o grupo de militares do exército que liderava destituíram o imperador D. Pedro II, que foi obrigado a partir para o exílio, porém há um nome que merece ser um maior hype da História: José do Patrocínio.

Jornalista, escritor, farmacêutico e político, Patrocínio, um homem negro, fundador da Sociedade Brasileira Contra a Escravidão ao lado de Joaquim Nabuco, foi o redator da Proclamação da República, discursada por ele próprio já que o Marechal Deodoro estava muito debilitado por causa da dispneia e idade avançada.

Ironicamente, o “Tigre da Abolição” era monarquista e foi o idealizador da Guarda Negra, formada para proteger a família imperial brasileira dos próprios militares. “Filho do padre” (o vigário de Campos dos Goytacazes, João Carlos Monteiro) com uma escrava “mina” (uma das etnias fanti-axânti, de Gana), “Zé do Pato” (como era chamado pelos colegas imortais) fundou a cadeira 21 da Academia Brasileira de Letras, conhecida como a “cadeira da liberdade” – que teve como patrono Joaquim Serra – e hoje é ocupada por Paulo Coelho.

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