O procurador do Ministério Público do Trabalho Sandoval Alves da Silva tomou posse na chefia da Procuradoria Regional do Trabalho da 8ª Região para o biênio de 2021-2023 enfatizando o papel decisivo do MPT na garantia dos direitos humanos. O…

Prevaleceu o bom senso e o cuidado com as pessoas. O prefeito Edmilson Rodrigues ouviu o secretário municipal de Saúde, Maurício Bezerra, e técnicos responsáveis pela vacinação e enfrentamento à Covid-19, e cancelou os desfiles das escolas de samba, blocos…

Começou hoje (27) às 8h e segue até às 17h a votação nas prévias do PSDB para escolher seu candidato à Presidência da República. O resultado, se tudo correr bem, deve ser anunciado às 20h. O partido passou a semana…

Em uma aula prática da Faculdade de Medicina da Unifamaz, ontem, o professor Marcus Vinícius Henriques de Brito, visivelmente impaciente com a aluna que deveria demonstrar intubação em um boneco, questionou a falta de lubrificação prévia do paciente, ao que…

SOS Museu Emílio Goeldi

FOTO: MESSIAS COSTA

O Museu Paraense Emílio Goeldi recebeu dois filhotes de onças pintadas capturados no Marajó pelo Ibama. O casalzinho, da espécie Panthera onca, predador típico das Américas do Sul e Central e em risco de extinção, está sob os cuidados da equipe de veterinários chefiada pelo Dr. Messias Costa. Os animais têm dois meses de vida e em torno de cinco quilos cada um.  Mas eles ficarão no Parque Zoobotânico por pouco tempo, já que farão parte de um projeto de reabilitação e reintrodução à natureza em área ainda a ser definida. 


A captura dos filhotes de onça indica que o predador é alvo de caça ilegal no arquipélago marajoara, prática que desequilibra o ecossistema na região. Membros do topo da cadeia alimentar, as onças têm papel regulatório na conservação de várias outras espécies.
A ocupação humana pressiona áreas que originalmente abrigavam felinos de grande porte, em qualquer parte do mundo. No Marajó, isso também ocorre associado a atividades produtivas que desmatam grandes extensões de terra. 

O Museu Emílio Goeldi, ambiente tradicional de felinos de grande porte com exemplares como Bemp e Talismã, onças que viveram no lá durante mais de 20 anos, enfrenta dificuldades e está desfalcado. Hoje, no Parque, só há um macho, Guma, inadequado para a reprodução, e a fêmea Luakã, em exposição ao público.

Está passando da hora da sociedade paraense se mexer para ajudar o MPEG. Poderia começar com o Ibama deixando os dois filhotes no Parque Zoobotânico do Museu.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *