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Sintepp X Governo: falta bom senso

Em greve que já dura 5o dias, os trabalhadores em educação continuam acampados no Centro Integrado de Governo (CIG) e realizam assembleia geral no local para decidir os rumos do movimento. Até agora não houve qualquer incidente, à noite os manifestantes dividiram com os policiais militares que fazem a segurança do local a sopa que lhes foi servida. Mas o impasse permanece.

O que está faltando, obviamente, é bom senso. Ninguém aguenta mais essa greve. E os maiores prejudicados são os meninos e meninas que estão sendo impedidos de estudar. De um lado, o Sintepp extrapola ao derrubar portões e danificar o patrimônio público. Movimento de professores deve ser inteligente e jamais resvalar para a truculência, sempre tão condenada por todos. Por outro lado, o governo do Estado parece não internalizar uma lição que qualquer ser humano analfabeto compreende: é preciso aprender com os erros. Todo ano é a mesma coisa. Os interlocutores do governo não conseguem avançar nas negociações. Isto porque são escolhidos pela competência técnica e não pela capacidade de conciliar. Não adianta ter os números do Estado todos na cabeça e na ponta da língua, se o posicionamento for inflexível. É preciso compor, saber fazer ajustes, tornar menos rígido o debate. Se os interlocutores fossem hábeis, poupariam ambas as partes e toda a sociedade de desgaste imenso e prejuízos irreparáveis. 

Por que Governo do Estado e Sintepp não solicitam a intermediação do Tribunal de Justiça do Estado – não para dizer a letra fria da lei – a fim de dar um basta a essa situação aflitiva que não tem mais como se manter? Ou por que não aceitam que a Assembleia Legislativa faça esse meio-de-campo? Alguém de fora do conflito tem que dizer “chega”, porque tudo isso já foi longe demais, o que é que está faltando para a volta às aulas?! O Tribunal Regional do Trabalho da 8º Região, por exemplo, tem mediado com sucesso conflitos entre patrões e empregados na iniciativa privada que repercutem de maneira desastrosa na vida da população. Por sua vez, a Alepa tem conseguido negociar e encerrar vários movimentos de servidores públicos, inclusive em greve, levando a bom termo as propostas. O TJE-PA também, através do desembargador Ricardo Nunes, já obteve acordo entre o próprio Sintepp e o Governo do Estado, em passado recente.

Na verdade, toda a pauta de reivindicações já foi negociada, falta apenas o fecho, a cereja do bolo, que inclui o ressarcimento dos descontos efetivados aos grevistas e não desconto dos dias parados, além da redução gradativa das aulas suplementares, de modo a permitir que os professores não tenham uma redução abrupta de seus vencimentos.  O Plano Unificado de Carreira, Cargos e Remuneração será enviado à Alepa, as reformas das escolas já estão programadas, assim como o pagamento do retroativo do piso. 
É hora de conciliar, adequar, harmonizar. Pelo bem da educação e de todos. 

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