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Quem mora em Santarém ou visita a cidade – o maior polo do Oeste do Pará – sofre horrores com os graves problemas no acesso à internet. No aeroporto Maestro Wilson Fonseca, todo mundo fica incomunicável. Não dá para receber nem fazer ligações e mensagens via WhatsApp ou qualquer rede social, ou, ainda, o uso de um mero aplicativo para chamar táxi. Obviamente, os transtornos são enormes e incompatíveis com o mundo atual, onde a tecnologia virtual é utilizada em todos os setores e tem importância fundamental. Para apurar essa situação, o Ministério Público Federal pediu à Universidade Federal do Oeste do Pará que os docentes e técnicos do Instituto de Engenharia e Geociências façam uma perícia e, em 45 dias, emitam laudo apontando as razões da precariedade e sucessivas interrupções no serviço de internet na cidade e em toda a região oeste do Pará.
O MPF pede, ainda, que a UFOPA apresente alternativas possíveis para solução do problema. 

O MPF-PA investiga se há omissão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Além da perícia da UFOPA, também requereu informações à Empresa de Processamento de Dados do Estado do Pará (Prodepa) a respeito do projeto de upgrade da infovia da rede óptica do Estado até Santarém, que deveria ser concluído até o 30 de abril passado.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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