Em iniciativa inédita, o Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro celebra os percursos individuais e coletivos que construíram as políticas de salvaguarda do patrimônio cultural no Brasil, lançando a obra “Em Defesa do Patrimônio Cultural”, organizado por…

Neste sábado, 16, postos de saúde ficarão abertos para a vacinação com foco em menores de 15 anos. Em Belém, 11 unidades vão funcionar das 8h às 14h. A campanha da Multivacinação iniciou no dia 04 de outubro e segue…

De autoria do carnavalesco e professor Paulo Anete, o enredo para o Carnaval 2022 da Escola de Samba Grêmio Recreativo Carnavalesco e Cultural Os Colibris, de Belém do Pará, é “Zélia Amada/ Zélia de Deus/ Zélia das Artes/ Herdeira de…

Batizada de sagui-de-Schneider (Mico schneideri), em homenagem ao pesquisador brasileiro Horácio Schneider (1948-2018), geneticista da Universidade Federal do Pará e pioneiro da filogenética molecular de primatas, a descoberta alvoroçou a comunidade científica internacional. A nova espécie de sagui amazônico do…

RBA argui suspeição de juíza

Em manobra para adiar o julgamento da reclamação trabalhista dos jornalistas Elias Santos, Yorranna Oliveira, Edmê Gomes, Thamires Figueiredo e Daniele Brabo, demitidos imediatamente após o prazo de estabilidade acordado com o Sindicato para por fim à greve em setembro do ano passado, os advogados do grupo RBA arguíram a suspeição, ontem, da juíza Karla Martins Frota, da 5ª Vara do Trabalho de Belém.
Alegaram que a magistrada não tem isenção de ânimo para apreciar a causa, pelo fato de já ter proferido sentença em desfavor do grupo, na primeira ação coletiva ajuizada pelo Sinjor-PA, em favor dos jornalistas Felipe Melo, Amanda Aguiar, Cristiane Paiva e Adison Ferrera. Na sentença, a juíza  determinou a reintegração, além de indenização no valor de R$ 30 mil, a título de danos morais, a cada um. No total, 16 jornalistas foram dispensados, sendo que a maioria foi surpreendida ainda na recepção da empresa, quando chegava para mais um expediente de trabalho. 

Para o advogado do Sinjor-PA, André Serrão, o argumento sem fundamento é uma afronta ao TRT8ª. “Isso é um absurdo. A própria Constituição assegura o princípio do juiz natural, ou seja, não tem como escolher um juiz para julgar tal causa. O processo vai para distribuição e o magistrado é escolhido por meio de um sorteio. Isso não passa de uma manobra protelatória. A própria magistrada se manifestou dizendo ser isenta e imparcial. Se fosse por isso os juízes de trabalho não poderiam julgar processo de nenhuma empresa do Pará, sobretudo da RBA, uma empresa que reiteradamente desrespeita os direitos dos trabalhadores”, declarou.

A presidente do Sinjor-PA, Sheila Faro, disse que o Sindicato tem total confiança de que a Justiça do Trabalho fará valer a Constituição e a lei que ampara os trabalhadores. 

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *