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Prefeito de Igarapé Miri está preso

O prefeito de Igarapé-Miri, Ailson Santa Maria do Amaral, o “Pé-de-Boto“, e mais nove pessoas foram presos, hoje, durante operação conjunta do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público do Estado do Pará  e Polícia Civil. Entre os presos estão o secretário municipal de Obras Ruzol Gonçalves e seus dois filhos, Renato e Rafael Gonçalves, além de policiais militares. Foram expedidos doze mandados de prisão e de busca e apreensão em quatro empresas e na prefeitura de Igarapé-Miri. As acusações são muito graves: homicídio, grupo de extermínio e crimes contra a administração pública (fraudes em licitações e outros).  

O procurador de Justiça Nelson Medrado e os promotores de Justiça Mílton Menezes, Wilson Brandão e Harrison Bezerra, pelo MPE-PA, e os delegados Marcos Miléo e Silvio Maués, pela polícia civil, comandam a operação. Segundo o delegado Evandro Araújo, algumas prisões foram feitas em flagrante e parte dos envolvidos estava portando armas de fogo. A polícia permanece no município fazendo buscas.
Os presos já estão na sede da Delegacia Geral da Polícia Civil, em Belém. 

Igarapé-Miri, município localizado no nordeste do Pará, tem população estimada pelo censo do IBGE de 2010 de 58.023 habitantes. Sua economia é baseada no extrativismo vegetal, especialmente na produção do açaí. 


ATUALIZAÇÃO:

A operação, batizada de “Falso Patuá“, prendeu também, por ordem judicial, Paulo Sérgio Fortes Fonseca, segurança do prefeito; Amilton Nazareno Santa Maria do Amaral, irmão do prefeito; Everaldo Lobato Vinagre, flagrado com uma pistola calibre 38, e quatro PMs, suspeitos de forjar prisões em flagrante. Todos estão com prisão temporária decretada pelo prazo de 30, que poderá ser prorrogada por mais 30 dias, e até ser convertida em prisão preventiva.

Após denunciar ameaças de morte e assassinatos em
Igarapé-Miri, na tribuna da Alepa, no último dia 17 de junho, o deputado Edmilson
Rodrigues(PSOL) foi até a cidade participar da audiência pública promovida pela
Comissão de Direitos Humanos da Alepa, no dia 10 de julho, na presença de representantes
da Ouvidoria e da Corregedoria da Polícia Civil, comandante da PM, vereadores e
lideranças comunitárias. Pelo menos 90 pessoas tinham sido assassinadas no
município em apenas um ano, a maioria jovem. Os moradores relataram que havia
uma lista de marcados para morrer e os crimes eram praticados por uma milícia
de policiais, cujo comando era atribuído ao prefeito.
No dia 23 de julho, Edmilson levou o relatório da
comissão ao Ministério da Justiça, em Brasília, e cobrou providências do secretário
executivo da pasta, Marivaldo de Castro Pereira, que assumiu o compromisso de
garantir a rigorosa apuração e de coibir os possíveis abusos que tenham sido
cometidos.

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