Nesta quinta-feira, dia 21, até o sábado, 23, a Escola do Legislativo da Assembleia Legislativa do Pará oferece os cursos de qualificação e atualização do projeto Forma Alepa/Elepa Itinerante em Santarém, atendendo toda a região do Baixo Amazonas, abrangendo também…

Em reunião conjunta das Comissões de Fiscalização Financeira e Orçamentária (CFFO) e de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira (18) foi aprovado o projeto de lei nº 363/2021, que autoriza o Governo do Pará a contratar operação…

Não houve o célebre círio fluvial de Oriximiná no rio Trombetas este ano, por causa da pandemia, mas a imagem de Santo Antônio flanou pelas águas, levada pela comunidade de várzea do Rio Cachoeiry, que celebrou o verão depois da…

Aprender mais sobre as boas práticas Lixo Zero e como aplicá-las no dia a dia, repensando hábitos de consumo e inspirando a população a enxergar os seus resíduos com dignidade é o que propõe a programação que acontecerá entre os…

PMs serão julgados por crime hediondo

Será no próximo dia 21, às 10 horas, a audiência na Justiça Militar dos policiais militares João Felipe Siqueira dos Santos e Leandro Rodrigues dos Santos, acusados pelo promotor de Justiça Armando Brasil de estuprar uma adolescente de 14 anos no distrito de Outeiro, com presunção de violência e em concurso de pessoas. Conforme apurado no inquérito policial militar, no dia 5 de julho deste ano, os soldados PM R. Santos e Santos estavam uniformizados na Praia Grande, quando abordaram duas amigas, acusaram-nas de vender drogas e em seguida conduziram as meninas para uma área isolada da praia e abusaram sexualmente de uma delas, além de agredirem fisicamente a outra. O relato das garotas é de puro horror: um dos PMs, empunhando faca de cozinha, obrigou-a a manter relação sexual e a fazer sexo oral. Ato contínuo passou a ser abusada pelos dois policiais. A outra adolescente agredida conseguiu fugir e escapar dos acusados.

A adolescente abusada sexualmente foi obrigada a fornecer seu número de celular aos policiais e posteriormente passou a receber mensagens via WhatsApp, onde aparecia a fotografia do primeiro policial que a violentou tentando marcar um novo encontro. Em seguida o acusado ligou para a adolescente e proferiu ameaças caso denunciasse o crime”, denunciou o promotor de Justiça Armando Brasil. 

Espera-se que esse crime hediondo seja punido com o necessário rigor. É por esse tipo de conduta que a população não confia na polícia. A impunidade é o mesmo que o Judiciário violentar duplamente as adolescentes. Como elas, tantas anônimas são vítimas de monstros desse naipe e têm medo de pedir ajuda. O promotor Armando Brasil, que atua sozinho no MP militar do Pará, tem sido incansável no exercício do seu mister.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *