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A advogada Marilda Cantal, que defende Rayfran das Neves Sales – matador da missionária Dorothy Stang -, afirmou à Agência Brasil que os fazendeiros Regivaldo Pereira Galvão e Vitalmiro Bastos de Moura não são os mandantes do assassinato. Ambos aguardam julgamento em liberdade.

Espantoso é que ela declarou que Rayfran contou quem foi a pessoa que o mandou matar Dorothy, mas que não poderia citar o nome porque se trata de uma testemunha do processo e que, “no dia em que for chamada a depor irá assumir isso(!)“. E mais: “A versão do Rayfran é que ele não matou a irmã Dorothy em troca de recompensa. Ele disse quem foi a pessoa que o encaminhou a fazer isso na época e inocenta totalmente o Vitalmiro e o Regivaldo“.

Ah! Alegando que o réu já cumpriu um sexto da pena, ele já vai sair do regime fechado para o semiaberto. E não será surpresa se passar o Natal e Ano Novo solto, como seus companheiros Clodoaldo Carlos Batista e Amair Feijoli Cunha.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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