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Operação Grand Canyon no DNPM

A Polícia Federal, liderada pelos delegados Igor Conti e Jorge Eduardo, amanheceu hoje no Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), a fim de desarticular organização criminosa que vinha agindo junto ao órgão. A Operação Grand Canyon, como foi batizada pela PF, autorizada pela 4ª Vara Criminal da Justiça Federal no Pará, atendeu requisição do procurador da República Alan Mansur, que está investigando o caso. Com a apreensão de documentos, computadores e dezenas de processos minerários, o representante do Ministério Público Federal espera fortalecer as provas já existentes para denúncias e outras medidas cautelares. A investigação começou a partir de relatório da CGU (Controladoria Geral da União) que aponta dezenas de procedimentos irregulares destinados a obtenção de áreas de lavra mineral.

Basicamente, as empresas beneficiárias do esquema recebiam informações privilegiadas em troca de propina, para saber onde as áreas ficariam livres para exploração mineral. Assim, faziam o pedido no primeiro minuto do dia em que era publicado no Diário Oficial. Outra forma é que áreas que não deveriam ser declaradas vagas eram declaradas mesmo em total descumprimento à legislação. A legislação mineral prevê que, quando uma área fica livre, tem direito a ela quem primeiro fizer o pedido. 

Foram expedidos mandados de prisão contra João Bosco Pereira Braga e Thiago Marques de Almeida, ex-superintendentes do DNPM no Pará, e Ricardo Araújo Lameira, procurador federal da AGU (Advocacia Geral da União), lotado no DNPM, além de mais um servidor do órgão e um geólogo.
Mas nem todos foram presos. Ricardo Lameira foi preso, junto com outro, não identificado pelo blog. João Bosco Braga se comprometeu a comparecer à PF.  

As acusações são de corrupção passiva e violação de sigilo funcional.
Aproximadamente 70 policiais federais participaram da operação, que envolveu cinco mandados de prisão, 14 de busca e apreensão e oito de condução coercitiva, em Belém, Marabá, Goiânia e Brasília. 

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