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O jogo eleitoral parauara

Os bastidores da política parauara fervilham. Desde que o governador Simão Jatene(PSDB) anunciou que o candidato da base governista é o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Márcio Miranda, ficou um ti-ti-ti danado entre os cabos eleitorais. Mas engana-se quem achou que as coisas começaram a acontecer daquele dia em diante, há muito vinham sendo amadurecidas. O vice-governador Zequinha Marinho(PSC) sabia e já tinha avisado que iria se pré-candidatar ao Senado, o que pode ser alterado ao sabor dos acontecimentos. 


Com a situação escancarada, Márcio Miranda(DEM) iniciou o diálogo com os diversos partidos, inclusive os da oposição, e vem fortalecendo seu grupo com adesões importantes. O deputado Sidney Rosa(PSB) também fala abertamente que é candidato ao governo, está em campo e tem apoio de parte do empresariado. O ministro Helder Barbalho(MDB) segue assinando ordens de serviço e liberando recursos para obras em todo o Pará, continua liderando as tendências mas sua rejeição é altíssima. Contudo, existe a possibilidade de que migre sua candidatura ao Senado, conforme os ventos eleitorais. A jornalista Úrsula Vidal(Rede) vem tentando se colocar como a via alternativa, assim como a vereadora Marinor Brito(PSOL). Já a candidatura do senador Paulo Rocha(PT) rachou o seu próprio partido. Como sempre, dividida, a esquerda vê assim reduzirem as suas chances de alcançar o poder.


Nesta fase, todos conversam com todo mundo, mas ninguém assumiu ainda compromisso formal, até porque a lei eleitoral joga isso para mais adiante, em meados de 2018. E a expectativa é de que o desenho vai mudar, a partir da virada de ano. Composições podem ser celebradas, as duas vagas do Senado e a de vice-governador estão sendo negociadas nas chapas principais. Nas redes sociais, principalmente nos grupos de WhatsApp, há muito tempo a campanha já começou, através de assessores e cabos eleitorais. 


Proliferam as pesquisas eleitorais, não só para aquilatar as intenções de voto mas também as qualitativas, que sinalizam o que move o eleitorado, o que ele quer e o que não vai admitir. São para consumo interno e influenciarão as futuras decisões.


A grande incógnita é se o governador Simão Jatene vai mesmo ficar até o final de seu mandato. Há quem jure que não, e que disputará uma vaga na Alepa, onde poderia fazer uma bancada forte do PSDB e presidir o Legislativo, com sua filha Izabela Jatene também entrando na corrida por uma vaga na Câmara Federal. Se fica ou se vai, fará toda a diferença no tabuleiro político. 

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