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Notícias de um processo kafkiano

Na audiência de hoje, na Décima Vara do Juizado Especial Cível de Belém, me foi perguntado se haveria acordo. Respondi que não, estou vivendo uma situação surreal, processada por publicar a verdade sobre o ex-deputado Luiz Afonso Sefer, no estrito exercício da minha profissão de jornalista, direito garantido pela Contituição Federal. Foi designada nova audiência para o dia 29.05.2014, quando, espera-se, seja feita Justiça.

O ex-deputado Luiz Afonso Sefer fez várias provocações, comentando que “jornalistas escrevem sobre as pessoas e depois não têm dinheiro para pagar indenização”, e que “em outros países são presos”. Só não disse em que países tal arbitrariedade isso acontece.

Relevante é o fato de que Sefer representou contra o promotor que atuou no seu processo, fazendo a denúncia de estupro de uma criança de 9 anos, e contra a juíza Maria das Graças Alfaia, que o condenou a 21 anos de reclusão, em regime fechado, por crime hediondo. E que também processa por dano moral a atual delegada-geral adjunta, Christiane Lobato, que na época era titular da DATA e presidiu o inquérito que provou sua culpa, assim como o deputado Arnaldo Jordy, relator da CPI da Pedofilia da Alepa, e a vereadora Marinor Brito, também relatora da CPI da Pedofilia na Câmara Municipal de Belém. Detalhe: Sefer não foi inocentado pela Justiça, seu processo continua tramitando, agora no Superior Tribunal de Justiça. E se mantida a sua condenação, pode ser preso. 

Como se percebe ao mero olhar, estou no lado do bem, da verdade, da lei e da Justiça. 

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