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Não-lugar para a mulher

O ideal seria o momento em que a mulher possa ocupar o lugar que ela quiser, ou ainda, que não haja a preocupação do pensamento em determinar “um lugar para a mulher”. Aquilo que o filósofo Jacques Derrida chama de “ilusão topográfica”, que consiste em enxergar algum tipo de libertação no processo de determinar um lugar para as mulheres. Isso foi o que a tradição sempre fez. Rousseau queria “educar” Sofia. Kant determinou que as mulheres eram o belo sexo. O não-lugar para as mulheres seria algo de inovador nessa linhagem“. (Carla Rodrigues, jornalista e filósofa, em entrevista à revista eletrônica da Unisinos. Leia a íntegra aqui.)

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