O Papa Francisco nomeou o atual bispo da prelazia de Marajó (PA), Dom Evaristo Pascoal Spengler, bispo de Roraima (RR), que estava sem titular há um ano, desde a transferência de Dom Mário Antônio da Silva para a arquidiocese de…

Utilizar o futebol como ferramenta de transformação social para crianças e adolescentes de todo o Pará é o objetivo do projeto "Futebol Formando Cidadão", que será lançado neste domingo (29) no oeste paraense. A iniciativa é do Tapajós Futebol Clube,…

No próximo sábado, 28, é o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. Esta semana, foram divulgados dados da Secretaria de Inspeção do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) referente a 2022, quando foram resgatados 2.575 trabalhadores em condições análogas…

Quase todo mundo já caiu na tentação de comer ou beber além do necessário, mas a data, 26 de janeiro, foi criada a fim de conscientizar a população sobre os perigos que a compulsão alimentar oferece à saúde. Neste ano,…

Nheengatu e Mundurucu na UFOPA


Vejam que interessante: com ritual indígena e lançamento da publicação “Resistência e Mobilização dos povos indígenas do Baixo Tapajós”, do projeto Nova Cartografia Social da Amazônia, através de parceria entre o Conselho Indígena Tapajós Arapiuns (Cita), Organização dos Estados Americanos (OEA), Universidades Federal do Pará (UFPA) e do Oeste do Pará (UFOPA), é hoje a formatura dos 117 alunos concluintes dos cursos de línguas indígenas Nheengatu e Mundurucu, realizados durante o mês de janeiro deste ano pela Universidade Federal do Oeste do Pará.
Aberto à comunidade acadêmica, o evento começa às 18h, no prédio anexo ao campus Amazônia(Av. Mendonça Furtado, nº 2946, bairro de Fátima, Santarém-PA). Além dos alunos concluintes, participarão da solenidade representantes do diretório acadêmico indígena (DAIN) e da administração superior da UFOPA. 

O curso de línguas indígenas promovido pela UFOPA, em parceria com o Grupo Consciência Indígena (GCI), foi realizado durante o mês de janeiro deste ano, no Centro Indígena Maíra, e ministrado pelo professor Agripino Nogueira Neto, de Barcelos (AM), com assessoria do mestrando em Letras da Universidade de São Paulo (USP), Antônio Neto. O curso de Nheengatu contou com a participação de 79 alunos. Já o de Mundurucu foi ministrado pelos estudantes indígenas Mayke Krixi e Jair Boro, da etnia Mundurucu, oriundos de aldeias do Alto Tapajós, em Jacareacanga (PA), e teve 38 alunos. 

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *