Governador do Pará e presidente do Consórcio de Governadores da Amazônia Legal, Helder Barbalho está com agenda intensa em Brasília, e em reunião com Lula nesta sexta-feira (27) apresentou documento proposto pelo CAL. Para o desenvolvimento regional do bioma amazônico,…

O Papa Francisco nomeou o atual bispo da prelazia de Marajó (PA), Dom Evaristo Pascoal Spengler, bispo de Roraima (RR), que estava sem titular há um ano, desde a transferência de Dom Mário Antônio da Silva para a arquidiocese de…

Utilizar o futebol como ferramenta de transformação social para crianças e adolescentes de todo o Pará é o objetivo do projeto "Futebol Formando Cidadão", que será lançado neste domingo (29) no oeste paraense. A iniciativa é do Tapajós Futebol Clube,…

No próximo sábado, 28, é o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. Esta semana, foram divulgados dados da Secretaria de Inspeção do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) referente a 2022, quando foram resgatados 2.575 trabalhadores em condições análogas…

Memória, Anistia e Direitos Humanos do Araguaia

Começa amanhã às 15h, na Câmara Municipal de Marabá, o 1º Seminário Nacional de Memória, Anistia e Direitos Humanos do Araguaia, promovido pela Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, Instituto Paulo Fonteles de Direitos Humanos, Fundação Maurício Grabois e parceiros ligados à área de direitos humanos no âmbito nacional, estadual e local, como a Associação dos Torturados da Guerrilha do Araguaia, a Comissão da Verdade do Pará, o Amazém Memória (SP), Ministério Público Federal, Assembleia Legislativa do Pará, Comissão de Anistia, Comissão Pastoral da Terra, Universidade Estadual do Pará (UEPA), lideranças indígenas e políticas. Às 19h, haverá um ato público em memória aos 45 anos da Guerrilha do Araguaia. O presidente da Alepa, deputado Márcio Miranda, e o presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputado Carlos Bordalo, estarão presentes.


Durante os dois dias de programação, os temas envolverão os desaparecidos políticos do Araguaia, com a participação de diversos professores da Unifesspa, que vai apresentar um estudo acerca do valor histórico, documental e arquitetônico da “Casa Azul”, centro clandestino de tortura e morte na época da ditadura militar, justificando o pedido de tombamento do prédio ao Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan). Situado às margens da  Transamazônica, conforme denúncia publicada no Volume I do Relatório da Comissão Nacional da Verdade, lá foram assassinadas mais de 30 pessoas


As inscrições poderão ser feitas no local do evento. Confiram no folder a programação.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *