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Mandante está foragido

O inquérito da Polícia Civil do Pará aponta José Rodrigues Moreira, 55 anos, como mandante do assassinato do casal de extrativistas José Claudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo. Ele é dono de terras no assentamento Praialta Piranheira, em Nova Ipixuna.
O resultado das investigações, protocolado ontem no Fórum criminal, será divulgado oficialmente amanhã. O fazendeiro e os dois executores devem ser indiciados por duplo homicídio triplamente qualificado.
Segundo furo de reportagem da Folha de São Paulo, publicada há pouco, José Rodrigues, como é conhecido na região, chegou no ano passado ao assentamento, vindo do município de Novo Repartimento, comprou duas áreas (uma em nome da sogra), de 13 e 16 alqueires – equivalente no total a cerca de 79 hectares, ou 790 mil metros quadrados.
Em dezembro de 2010, José Claudio denunciou à Comissão Pastoral da Terra que Rodrigues comprou as terras da dona de um cartório em Marabá, e que eram áreas griladas. Ele também acusou Rodrigues de ter incendiado casas de dois agricultores em novembro, alegando ser dono das terras. Em maio, os mesmos lavradores foram retirados do local com a família pela Força Nacional de Segurança e estão sob os cuidados do programa de direitos humanos vinculado à Defensoria Pública do Pará, mesmo não tendo se encaixado nos critérios para receber proteção.
O Incra diz que investiga se há irregularidades em propriedades do assentamento.
Rodrigues é considerado foragido. Uma semana após o crime ele não mais foi visto. A polícia chegou a pedir duas vezes a prisão preventiva dos suspeitos, mas não foi atendida pelo Judiciário.
A Polícia Federal, que também investiga o duplo homicídio, prevê encerrar o inquérito no fim do mês.
Outros três assassinatos no campo foram registrados no Pará após a morte dos extrativistas mas até agora ninguém foi preso. A polícia diz que não encerrou os inquéritos e nega relação com conflitos agrários.

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