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Madeireiras de Tailândia condenadas

O juiz federal Arthur Pinheiro Chaves condenou cinco madeireiras de Tailândia, no nordeste do Pará, ao pagamento de indenizações que somam mais de R$ 1 milhão, por danos ambientais. A Tailaminas-Plac pagará R$ 41 mil, a Taiplac R$ 523 mil, a GM Sufredini, R$ 60 mil, a Serraria Primavera R$ 187 mil e a Indústria e Comércio de Madeira Catarinense desembolsará R$257 mil.
A ação judicial é de autoria do Ministério Público Federal e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e refere-se a operação deflagrada em 19 de fevereiro de 2008, interrompida quando já tinham sido apreendidos 12,7 mil metros cúbicos de madeira ilegal porque manifestantes – incentivados por parte dos madeireiros e pelo próprio município  – colocaram em risco a vida dos fiscais, realizando protestos que fecharam as saídas da cidade e tentaram inclusive impedir a retirada da equipe do Ibama.

Em iniciativa subsequente, na Operação Arco de Fogo, que durou de 26 de fevereiro a 4 de abril de 2008, o Ibama aplicou multas no valor de mais de R$ 23 milhões e apreendeu 23 mil metros cúbicos de madeira ilegal. Todos os estabelecimentos madeireiros e de carvoaria do município foram vistoriados. O resultado é que, destes, 13 ficaram embargados e quatro desmontados.
Além disso, cerca de 1,2 mil fornos de carvão foram destruídos, com lavratura de 100 autos de infração, embargo de 52 empreendimentos e a expedição de 74 termos de apreensão e depósito. 

As cinco madeireiras foram as primeiras a serem processadas logo após os tumultos que tentaram impedir ação de fiscalização ambiental no município, em 2008. 

O processo nº 0002289-94.2008.4.01.3900 tramita perante a Justiça Federal em Belém.  

Façam o acompanhamento processual aqui

Leiam a íntegra da sentença aqui.

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