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Ler e sonhar é bom demais!

A turma da organização em selfie.
Quem não lê não fala e nem escreve, porque obviamente falta assunto. A XI Feira de Venda e Troca de Livros, realizada ontem na Praça da República, deu mais um exemplo de que é simples tomar gosto por essas viagens que mantêm acesa a imaginação. Proporcionou acesso a obras literárias a preços baixos e funcionou como estímulo ao hábito de ler. E tudo no melhor sentido da troca, que sempre guarda ensinamentos e benefícios às partes envolvidas. A iniciativa já faz parte do calendário cultural alternativo de Belém. Para participar ninguém paga um centavo. Basta levar uma toalha de mesa, esteira ou tecido, colocar na grama, sentar e expor os livros ou revistas em quadrinhos, que nem em um piquenique. O evento é bimestral e organizado por jovens amantes da leitura: Ingrid Souza, Juliana “Hunter” Castro, Thiago Coral e Thyago Santos, que começaram há dois anos, de forma tímida, mas o movimento ganhou vulto e agora tem até uma página na internet. Desta vez, teve valor agregado: a AMDASOL – Amigos da Solidariedade, entidade integrada por um grupo de jovens voluntários, fez coleta de brinquedos, livros não didáticos e material escolar para distribuir entre as crianças da periferia de Belém. 

E quem pensa que só adolescentes e jovens aderiram à ideia se equivoca. O advogado, pesquisador e memorialista Célio Simões, 69, que já foi juiz do TRE-PA pelo Quinto da OAB-PA, é membro do Instituto Histórico e Geográfico do Pará e da Academia Paraense de Jornalismo, do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós e da Academia Artística e Literária de Óbidos, fez lá o pré-lançamento do seu quarto livro de crônicas e contos – “Um Pouco de Muitas Histórias”. Célio, que é um obidense boa praça, já publicou “Um Abraço Apertado”, “Encontroversos”, “Recados da Memória” e “Um rio de Histórias”. 

Ler e sonhar é bom demais! Vida longa à iniciativa!

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