A 27ª Unidade de Conservação do Estado do Pará abrange os municípios de Jacareacanga e Novo Progresso, no sudoeste paraense. O Decreto nº 1.944/2021 foi assinado pelo governador Helder Barbalho na quinta-feira, 21, e publicado ontem (22) no Diário Oficial…

O Atlas da Dívida dos Estados Brasileiros, lançado no Fórum Internacional Tributário pela Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital, aponta que a dívida ativa das empresas com os entes federados soma estratosféricos R$ 896,2 bilhões, significando 13,18% do PIB…

Ao abrir oficialmente o Forma Alepa/Elepa, o presidente da Assembleia Legislativa do Pará, deputado Chicão, destacou a importância do trabalho que vem sendo executado pela Escola do Legislativo, treinando, qualificando e atualizando gestores, vereadores e servidores públicos, que dessa forma…

Em Itupiranga, força-tarefa do Ministério Público do Trabalho no Pará e Amapá, Auditoria Fiscal do Trabalho, Defensoria Pública da União e Polícia Federal resgatou sete trabalhadores em condições análogas às de escravos, em duas fazendas no sudeste paraense, e prendeu…

Ibram adere ao Pacto e lança Feira



FOTO: ADVALDO NOBRE

O Instituto Brasileiro de Mineração assinou, hoje, em meio a um café da manhã que reuniu jornalistas na sede da Federação das Indústrias do Pará, termo de adesão ao Pacto pela Educação do Pará.  A intenção é melhorar a qualidade da educação básica no Estado utilizando programas como o Escola Legal e um sistema de reconhecimento de professores e alunos, para captação de recursos e investimentos diretos na escola, além da aquisição de bens e equipamentos, bem como o apoio na promoção de atividades culturais, via cooperação entre Seduc e Ibram. As alianças público-privadas são estratégias de envolvimento de todos os segmentos da sociedade no desafio de aumentar em 30% o Ideb no Estado.

A mineração representou, em 2013, 80% do saldo positivo da balança comercial do Pará, que receberá 30% do total dos novos investimentos do setor. Como segundo Estado maior arrecadador de royalties oriundos da exploração mineral, o Pará recebeu em 2013 R$ 800 milhões.
O diretor de Assuntos Ambientais, Ricardo Mancin, no ato representando o presidente do Ibram, José Fernando Coura, foi quem assinou o termo de cooperação. 
O secretário de Educação, Seixas Lourenço, articulou a parceria através do geólogo Ronaldo Lima e do consultor e também geólogo Alberto Rogério. 

Em área estratégica para a cadeia produtiva do Estado, a Seduc já instalou 13 comitês regionais do Pacto e 21 municipais.
Com parceiros da iniciativa privada, pretende ancorar seu sistema de governança em todos os segmentos da sociedade. Maria Amélia Henriquez, secretária de Estado de Indústria, Comércio e Mineração; José Conrado, presidente da Fiepa; e Carlos Edilson Maneschy, reitor da UFPA, participaram do evento, que também serviu para lançar uma das maiores feiras de negócios da região Norte, a Exposibram Amazônia, 100% direcionada à cadeia produtiva da mineração, que reúne a Exposição Internacional de Mineração da Amazônia e o 4º Congresso de Mineração da Amazônia e será realizada pelo Ibram no Hangar, de 17 a 20 de novembro, em Belém (PA). 

O evento abordará temas como o desafio do diálogo entre os povos indígenas e a mineração, além de promover o debate sobre as necessidades de adaptação do setor mineral às mudanças climáticas, com a participação de renomados especialistas internacionais. As inscrições para os painéis, minicursos e palestras já estão abertas. 

Dos US$ 15,8 bilhões em exportações totais do Pará em 2013, as indústrias de mineração e transformação mineral responderam por 88%. Mas a questão mineral ainda é pouco debatida pelos parauaras. O presidente da Fiepa, José Conrado Santos, entende que essa discussão é essencial. “É de suma importância que a sociedade paraense e dos demais estados da região Norte participe dos debates acerca do futuro da mineração desenvolvida no Estado. É preciso que as empresas e a sociedade civil organizada estejam inteirados dos temas ligados à atividade. O setor produtivo é quem cria as oportunidades para a geração de emprego e renda no Pará. Por isso, precisamos participar das discussões que definem o horizonte da mineração em solo paraense”. 

A Feira e o Congresso buscam, entre vários objetivos, aproximar as companhias de mineração – inclusive as com atuação internacional – dos fornecedores de equipamentos e serviços da Amazônia. A ideia é fomentar negócios a curto, médio e longo prazo. “A mineração é muito tradicional na região Sudeste. Estados como Minas Gerais desenvolvem essa atividade há séculos. Mas o que percebemos cada vez mais é que os novos investimentos estão indo para o Norte. E quando se fala em potencial mineral nessa região, o Pará sai à frente”, diz Mancin. 

O presidente do Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral), José Fernando Gomes Jr., considera que se trata de oportunidade de aproximar a mineração da população. “A Exposibram Amazônia é um evento de referência, não apenas para o Pará e o Brasil, mas para toda a América Latina. É um momento para a sociedade conhecer a mineração no dia a dia. Não apenas o público em geral, mas as empresas que prestam serviços e que têm interesse em firmar negócios com a indústria mineral também devem estar nessa que é uma das maiores feiras de mineração da região Norte”. 

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