O catamarã Bom Jesus IV, que faz o trecho Belém-Ponta de Pedras, no arquipélago do Marajó, naufragou hoje por volta de 17h, em frente a Vila do Conde. O casco rachou, entrou água na embarcação, que adernou e começou logo…

O empresário e político Carlito Begot, ex-vice-prefeito de Ananindeua(PA), protagonizou cena chocante no condomínio Lago Azul, reduto de endinheirados, na noite do domingo passado, 23, em um píer destinado à pesca “pesque-e-solte”. Um grupo fisgou um pirarucu com cerca de…

A alteração da turbidez do rio Tapajós resulta de, ao menos, duas fontes sedimentares distintas: o rio Amazonas e a atividade garimpeira no médio e alto Tapajós, além de usos da terra que causam desmatamento e exposição do solo. Apenas…

A promotora de justiça Ângela Maria Balieiro Queiroz, pelo Ministério Público do Estado, e o procurador Patrick Bezerra, do Ministério Público de Contas do Pará, acompanharão a contratação da obra de reconstrução da ponte Enéas Pinheiro, que interliga os distritos…

Fulminante

‘O Pará não tem força política. As rodovias no Estado não funcionam; a Belém-Brasília, principal artéria da Amazônia, inexiste com tanto buraco, a Transamazônica é uma calamidade e a BR-163, que deveria escoar grãos também do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul, nunca saiu do papel. A hidrelétrica de Belo Monte, com a briga do governo federal, estadual, Ibama e movimento ecológico não sai. Se o Brasil crescer 3% não terá energia. Todos os projetos de manejo florestal no Pará estão paralisados, 60% das empresas, e quem exporta madeira trabalha com estoque de 2006. A Secretaria de Meio Ambiente aprovou 28 projetos, mas não liberou nenhum. Já fecharam 60% das empresas e não demora mais 30% vão embora. Há em Belém obras inacabadas, hospitais prontos que nunca funcionaram, colégios que foram feitos e não têm nenhum aluno estudando e inclusive Universidades que nunca saíram do papel, as de Santarém e Marabá. A segurança pública em Belém é brincadeira, uma das cidades mais violentas, com grande degradação da infância e juventude” (Marcos Marcelino, diretor da Fiepa e presidente do Sindicato da Indústria de Material Elétrico, na reunião da SBPC).

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