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‘O Pará não tem força política. As rodovias no Estado não funcionam; a Belém-Brasília, principal artéria da Amazônia, inexiste com tanto buraco, a Transamazônica é uma calamidade e a BR-163, que deveria escoar grãos também do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul, nunca saiu do papel. A hidrelétrica de Belo Monte, com a briga do governo federal, estadual, Ibama e movimento ecológico não sai. Se o Brasil crescer 3% não terá energia. Todos os projetos de manejo florestal no Pará estão paralisados, 60% das empresas, e quem exporta madeira trabalha com estoque de 2006. A Secretaria de Meio Ambiente aprovou 28 projetos, mas não liberou nenhum. Já fecharam 60% das empresas e não demora mais 30% vão embora. Há em Belém obras inacabadas, hospitais prontos que nunca funcionaram, colégios que foram feitos e não têm nenhum aluno estudando e inclusive Universidades que nunca saíram do papel, as de Santarém e Marabá. A segurança pública em Belém é brincadeira, uma das cidades mais violentas, com grande degradação da infância e juventude” (Marcos Marcelino, diretor da Fiepa e presidente do Sindicato da Indústria de Material Elétrico, na reunião da SBPC).

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

Da coluna do Guilherme Augusto

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