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Figurões presos chegam a Belém


A coisa está literalmente fedendo. Hoje no início da tarde chegaram de São Paulo em Belém Diego Nicoletti, diretor norte e nordeste da Guamá Tratamento de Resíduos Ltda,  e  Lucas Rodrigo Feltre, Diretor de operações, presos ontem pelo Ministério Público do Pará e a Polícia Civil, na “Operação Gramacho”, que apura crimes ambientais no Aterro Sanitário de Marituba. Em janeiro deste ano, por não ter mais lagoas para armazenamento de chorume, a empresa despejou o líquido bruto no solo sem impermeabilização, conduzindo o poluente diretamente para o Igarapé Pau Grande, situado em grande parte no interior do Refúgio da Vida Silvestre, unidade de conservação de proteção integral. E agora à noitinha chega Lucas Dantas Feltre, engenheiro de operações e acusado de despejar chorume no igarapé. 

A população de Marituba, desde o ano passado, fez desesperados apelos e atos públicos denunciando os danos sociais e ambientais.
Em março de 2017, a Divisão Especializada em Meio Ambiente (Dema), da Polícia Civil, instaurou inquérito.
A Promotoria de Justiça do Ministério Público de Marituba já apresentou três denúncias contra os responsáveis pela administração do aterro e há quatro processos criminais em trâmite. 

A Guamá Tratamento de Resíduos Ltda pertence à Solvi Participações S/A, que também é acionista majoritária da Revita Engenharia e da Vega.
Foram alvos de mandados de condução coercitiva Carlos Leal Villa, diretor-presidente;  Carlos Eduardo de Lima Aguilar,  Paulo Henrique Cansian Pontes, e Cláudio de Figueiredo Toscano, diretores da Solvi, além de Eleusis Bruder di Creddo, diretor da Guamá Tratamento de Resíduos Ltda.

Participaram da operação os promotores de justiça Milton Menezes, Marcela Melo, Daniel Barros, Rodrigo Aquino, Francisco Charles, Francys Galhardo, Maria José Carvalho, Aline Janusa Teles Martins, Danyllo Colares, Augusto Sarmento, Antônio Dias, Domingos Sávio Campos, Ana Maria Carvalho, Mônica Rocha, Louise Rejane de Araújo, Daniela Moura, Lilian Nunes e Juliana Pinho.

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