Evellyn Vitória Souza Freitas nasceu no chão do banheiro do Hospital Municipal de Portel, município do arquipélago do Marajó (PA), no dia 28 de julho de 2021, por volta das 8h da manhã, prematura de 28 semanas e dois dias, pesando 1Kg e 39…

Vanete Oliveira, a jovem marajoara de 28 anos e mãe de cinco filhos que sofre há catorze anos com um tumor enorme em um dos olhos, que lhe cobre quase a metade da face, já está internada no Hospital Ophir…

Equipes da Divisão de Homicídios e da Delegacia de Repressão de Furtos e Roubos estavam monitorando há um mês o grupo criminoso que planejava roubar em torno de R$ 1 milhão no caixa eletrônico do Banpará localizado dentro do Hospital…

Vanete Oliveira, 28 anos, mãe de cinco filhos, vive em Portel, município do arquipélago do Marajó(PA). Ela sofre há catorze anos dores atrozes além do desconforto, trauma e todo tipo de dor física e psicológica, por conta de um tumor…

Estado anuncia proposta a sindicatos

O governo do Estado vai reajustar em 23,25% o auxílio alimentação dos servidores estaduais. A faixa de R$ 425 irá para R$ 525 e algumas categorias passarão dos atuais R$ 650 a R$700. Também será incorporado o abono da diferença do salário mínimo para os de nível médio e fundamental cuja remuneração equivale a R$937,00. Essas medidas representam acréscimo de R$13 milhões na folha de pagamento. 

Os sindicatos pedem reajuste salarial de 11,6%; reposição inflacionária do período 2016/2017, de 5%; aumento de 3% na remuneração, referente ao reajuste do Plano Iasep; 60% de reposição de perdas históricas; incorporação do abono de R$100 dos servidores de nível médio; aumento de 47% no valor do auxílio alimentação; Planos de Carreiras e Remuneração com salários melhores para todos os servidores e progressão na carreira. 

A secretária de Administração do Pará, Alice Viana, o chefe da Casa Civil, José Megale, os secretários da Fazenda, Nilo Noronha; de Planejamento, José Alberto Colares; de Segurança Pública, general Jeanot Jansen; o procurador geral do Estado, Ophir Cavalcante Jr., e o presidente do Instituto de Gestão Previdenciária do Pará (Igeprev), Allan Moreira, anunciaram agora à tarde, em reunião com sindicalistas, que se o governo atendesse às reivindicações dos sindicatos o Pará entraria em colapso financeiro. Correria o risco de atrasar salários, paralisar obras, suspender investimentos e comprometer os serviços essenciais, como saúde, educação e segurança, o que prejudicaria toda a população. A folha do funcionalismo seria impactada em R$ 490 milhões, o que corresponde a 70% e uma despesa adicional, por ano, de R$ 5,8 bilhões, sendo que a previsão na Lei de Responsabilidade Fiscal para comprometimento da receita corrente líquida para gastos com pessoal é de 48,60%. 

Os secretários sustentaram que em tal cenário seria impossível garantir o pagamento em dia sem parcelamento, um castigo para os próprios servidores, que entrariam numa fase de total insegurança. Acentuaram que o País está em crise, há 13 milhões de desempregados, e seria uma irresponsabilidade. 

O governo salienta que procurou uma saída responsável, que tanto atenda à principal necessidade dos 150 mil servidores, que é a garantia de alimentação, como também preserve a estabilidade financeira do Estado e a prestação de serviços para os 8,5 milhões de paraenses, e que a proposta apresentada é a possível porque o Pará tem feito grande esforço para manter o equilíbrio fiscal e os salários em dia neste cenário de recessão, que reduziu a atividade produtiva e provocou queda na arrecadação. 

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *