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Escola Tiradentes II será mantida

O bom senso finalmente prevaleceu e o governo vai garantir a permanência da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Tiradentes II no prédio alugado onde funciona, na rua Presidente Pernambuco, entre Gentil Bittencourt e Arcipreste Manoel Teodoro, bairro de Batista Campos, em Belém. De imediato, está sendo renegociado o aluguel, e o pagamento das parcelas atrasadas. Assessores jurídicos da Seduc e do proprietários estão finalizando os detalhes do acordo, que deverá ser homologado pelo Judiciário, nos autos do processo judicial acerca da posse do imóvel.  A informação é do presidente da Alepa, deputado Márcio Miranda(DEM), que se empenhou pessoalmente, atendendo apelo do adolescente Diego, 14 anos, estudante da Tiradentes II, que foi à reunião do Sintepp na Assembleia falar de seu amor – e de seus colegas e professores – pela sua escola e pedir que fosse mantida no mesmo local.

É chocante o descaso com que a Secretaria de Estado de Educação vinha tratando o problema, que se arrasta há muitos anos e desaguou em decisão judicial ordenando o despejo da escola, que tem 650 alunos matriculados. O proprietário, sem interesse em alugar o imóvel para funcionamento da escola, em razão de atraso de 20 meses no pagamento do aluguel – situação que era uma constante -, vendeu o imóvel, sendo que, por algum mistério ainda não revelado, a Seduc sequer se manifestou em tempo hábil a fim de exercer seu direito de preferência na aquisição do imóvel e mesmo por se tratar de notório interesse público.
Houve tempo suficiente para que a Seduc construísse uma alternativa em conjunto com a comunidade escolar, o que não foi providenciado. A ideia de abrigar os estudantes, professores e servidores nas dependências da Escola Estadual de Ensino Médio Orlando Bitar, na Av. Governador José Malcher, no bairro de Nazaré, padecia de eficiência, eficácia e até de legitimidade. Como aceitar que uma escola bem avaliada em seu projeto pedagógico, com bons resultados nos rankings e, o que é fundamental, com o amor e empenho dos corpos docente e discente, seja simplesmente desintegrada, coroando uma sequência de administrações desastrosas, a tal ponto que o atual secretário tem a missão de reorganizar e moralizar a Seduc?


Espera-se que, resolvida a emergência, seja construída uma solução definitiva de forma planejada. É o que merece a comunidade escolar.

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