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De ubiquidade e credibilidade


Não é verdade
que a Polícia Federal ficou só na mutuca,
como diz o caboclo, ao redor da sede da OAB-PA, hoje, para ver se o notório Paulo
Hermógenes dos Santos Guimarães apareceria para votar.
Aliás, o advogado mais procurado do Pará é
vice-presidente do diretório regional do PR, foi chefe de gabinete da
presidência da Arcon até 1º de março de
2012
, quando passou para a vice-prefeitura com seu correligionário e amigo Anivaldo
Vale, que é o presidente do PR, nomeado para o cargo comissionado de DAS –
202.9, no gabinete do prefeito, a contar
de 01 de fevereiro de 2012
– e em tempo integral -, embora jamais tenha
sido visto por lá. Como se percebe pelos extratos dos Diários Oficiais do Estado
e do Município, Paulo Hermógenes tem o dom da ubiquidade. Acumulava dois cargos
públicos, um estadual e outro municipal. Tudo pago com o meu, o seu, o nosso
dinheirinho. Já passou da hora de acabar com essa farra. Anivaldo e Duciomar, como
atuais chefes, podem – e devem – revelar o paradeiro do advogado. Além, é
claro, de explicar o acúmulo indevido de cargos públicos. Uma intimação nesse
sentido é mais do que oportuna e necessária.
Paulo Hermógenes concorreu a deputado estadual em 2002 pelo PST, na Coligação Pará Progresso, sob a alcunha PH. Sua mãe é ex-prefeita de Muaná, município do arquipélago do Marajó, onde
seu irmão é prefeito eleito.
Com esse perfil, aliado ao sumiço, é no mínimo o caso do benefício da dúvida quanto às suas
declarações ao senador Mário Couto envolvendo o juiz Elder Lisboa, há 20 anos
na magistratura sem uma só nódoa na conduta, especialista em Direito Processual
Civil e Direito Civil pela Universidade Estácio de Sá (RJ), especialista em
Relações Internacionais, Globalização e Cidadania pela Universidade do Porto e
Universidade do Minho, mestre em Ciências Jurídico-Criminais pela Universidade
de Coimbra, todas em Portugal, e doutorando da Universidade de Salamanca, na Espanha,
além de docente na Unama, onde leciona Direito Penal.

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