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Conflitos fundiários, drama interminável

A Fazenda Cedro, palco de luta sangrenta hoje, tem longo histórico de
invasões e de guerra judicial, além dos conflitos armados, com violência tanto
da parte do MST quanto da segurança do empreendimento. Tramita na 2ª Vara
Federal em Marabá o Processo
nº 0007248-37.2010.4.01.3901
, ação de reintegração de posse para o Incra de
área de 826 hectares do projeto de assentamento Cedrinho.
Em outra ação
na mesma Vara, de 2009, o MPF e o Ibama entraram na Justiça contra 
Benedito Mutran Filho, a Agropecuária Santa Bárbara Xinguara SA e seus sócios
(Carlos Bernardo Torres Rodenburg, Rodrigo Otávio De Paula e Verônica Valente
Dantas) e frigoríficos que compravam gado da fazenda Cedro (Processo
nº 0001434-78.2009.4.01.3901
). Dessa vez, alegando que o
empreendimento agropecuário atuava sem licenciamento ambiental e tinham sido
desmatados ilegalmente 6,4 mil hectares – 92% da área total da
propriedade.  A ação pediu a indisponibilidade de bens dos envolvidos e o
pagamento de R$ 86 milhões em indenizações. O caso ainda não foi julgado. 
O Ibama chegou
a embargar as atividades agropecuárias da Cedro. A Santa Bárbara foi à Justiça e
cancelou a medida, mas os proprietários da área foram obrigados a aderir à
política do desmatamento zero. A decisão (íntegra 
aqui) também obrigou a regularização ambiental e fundiária do imóvel.
Amanhã de manhã, o secretário de Estado de Segurança Pública e Defesa
Social, Luiz Fernandes Rocha, o Ouvidor Agrário Nacional, desembargador Gersino
José da Silva Filho, e lideranças do MST vão reunir em Marabá a fim de tentar
uma solução para o conflito. A maioria dos feridos já teve alta e a BR-155 está
liberada ao tráfego. Cerca de cem homens das polícias civil e militar estão no
local para garantir a segurança.

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