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Vida de gado

FOTOS: ANASTÁCIO CAMPOS
Moradores e
frequentadores de Soure, Salvaterra, Cachoeira do Arari e Santa Cruz do Arari,
no arquipélago do Marajó, não suportando mais as condições aflitivas a que são
submetidos, apelam em petição pública ao Ministério Público que realize audiência pública em Soure a fim de ouvir os justos reclamos acerca do sistema
público de transporte fluvial e rodoviário.
Querem a
presença de representantes das empresas que operam na linha Belém/Camará –
Banav, Arapari e Henvil -, bem como da Arcon – Agência de Regulação e Controle
de Serviços Públicos do Estado -, prefeituras e Câmaras Municipais, a fim de
que apresentem soluções para a melhoria do transporte na região e deem
conhecimento à sociedade marajoara sobre as bases em que foram celebrados os
contratos de concessão dessas linhas e as razões de não serem cumpridos nem
exigido o cumprimento dos deveres das empresas. 

A situação caótica oferece risco de morte aos usuários e prejudica o desenvolvimento de toda a região. Um dos pontos cruciais é o
embarque e desembarque de passageiros no porto de Camará, cuja precariedade é
um acinte aos direitos humanos.

A conexão da rampa
metálica com o trapiche de concreto é feita por uma peça de madeira amarrada
com cordas de nylon (!). A inclinação é íngreme demais, uma tortura para
idosos e portadores de dificuldade de locomoção e mesmo para pessoas ditas normais
carregando sua bagagem de mão.

Não se sabe como o CREA aprovou tal obra de
engenharia, se é que obteve a necessária ART – Anotação de Responsabilidade
Técnica.

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