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Charles Aznavour, um romance inventado

Sob a direção competente de Daniel Dias da Silva, na última sexta, no Rio de Janeiro, estreou com grande sucesso mais uma peça do premiado escritor, diretor e dramaturgo paraense Saulo Sisnando: “Charles Azanavour, um romance inventado!” e para minha alegria tive o privilégio de estar presente no primeiro dia!

Sisnando fez “acontecer” num momento importante da história do teatro (quase!) pós pandêmico. A plateia estava ansiosa e visivelmente curiosa; afinal, trata-se de um texto inédito que evoca preciosas memórias afetivas do imaginário coletivo: canções de Aznavour, a gloriosa atriz Silvia Bandeira como protagonista e, claro, todos os clichês românticos que amamos!

“Charles Aznavour”, um romance inventado!” tem texto aveludado e bem aproveitado pela direção, que soluciona de forma inteligente as passagens textuais e musicais do espetáculo, que aliás conta com execuções elegantes e bem arranjadas de músicas consagradas como “La Bohème”. Tem-se no palco uma peça que te abraça gostoso desde a primeira fala da atriz Silvia Bandeira (e seu timbre inconfundível!) até a última revelação, que dá sentido ao título, pois a trama é bem amarrada e com estofo até para os mais exigentes.

A feliz parceria entre Silvia e o cantor/ator convidado, o talentosíssimo Maurício Baduh, nos entregam divertidos jogos e trocas cênicas proporcionando uma das sensações mais incríveis que podemos experimentar quando entregues as emoções de uma obra de arte: o reconhecimento de nós mesmos ali no palco. Saulo Sisnando mais uma vez foi ovacionado em uma sala de espetáculo carioca, o que a nós paraenses traz orgulho e esperança em tempos tão áridos para o artista brasileiro.

A peça ficará em cartaz às sextas e sábados, sempre às 20h, no Teatro das Artes, na Gávea, com todos os protocolos sanitários exigidos. Sem dúvida um espetáculo para fazer parte do repertório cultural de todos nós. Evoé!!!!

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